quarta-feira, 26 de janeiro de 2022

Afinal não foram assassinadas crianças em escolas Católicas no Canadá

 

Afinal não foram assassinadas crianças em escolas Católicas no Canadá




No Verão de 2021, os jornalistas, ao serviço dos oligarcas, noticiaram o escândalo das crianças “desaparecidas”, “assassinadas” e “enterradas secretamente” em escolas católicas no Canadá.
Isso levou a ataques incendiários contra igrejas católicas no país. O primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, endossou as notícias falsas. O Canadá pôs a meia-haste as bandeiras em todos os prédios do Governo. A Amnistia Internacional, que defende o assassinato de crianças através do aborto, exigiu processar os responsáveis ​​pelos “restos mortais” que foram “encontrados” em Kamloops. O Papa Francisco expressou a sua dor pela “chocante descoberta no Canadá dos restos mortais de 215 crianças” em Kamloops.
Sete meses depois, o historiador Jacques Rouillard desmantelou a teia de mentiras. Escrevendo um texto no DorchesterReview.ca - no dia 11 de Janeiro - demonstrou que “nenhum corpo” foi encontrado fora de um cemitério normal na Kamloops Indian Residential School.
A campanha de mentiras começou com resultados de radares subterrâneos que foram interpretados como "cadáveres", embora fossem raízes de árvores, metal e pedras. Os cemitérios foram chamados “valas comuns”.
Rouillard descobriu que 51 crianças morreram na escola residencial de Kamloops entre 1915 a 1964. Para 35 delas existem ainda hoje documentos que comprovam que morreram de doença ou em acidentes.
in gloria.tv

https://www.spectator.co.uk/article/the-mystery-of-canada-s-indigenous-mass-graves

sábado, 22 de janeiro de 2022

 https://jovempan.com.br/noticias/mundo/mais-de-360-milhoes-de-cristaos-foram-perseguidos-no-mundo-em-2021-diz-ong.html


Mais de 360 milhões de cristãos foram perseguidos no mundo em 2021, diz ONG

Segundo pesquisa, maior parte dos perseguidos moram no Afeganistão e no ano de 2021 quase 6 mil cristãos foram assassinados, aumento de 24% em relação ao ano anterior

  • Por Jovem Pan
  •  
  • 19/01/2022 14h02

Khalil MAZRAAWI / AFPONG estimou que mais de 360 milhões de cristãos tenham sofrido perseguição religosa em 2021

Mais de 360 milhões de cristãos sofreram “forte perseguição ou discriminação” por causa de sua fé no mundo em 2021, em particular no Afeganistão, de acordo com um estudo da ONG francesa Portas Abertas, publicado nesta quarta-feira, 19. “A perseguição atingiu níveis recordes, em um contexto de crise sanitária mundial, chegada ao poder dos talibãs no Afeganistão e o horror para os cristãos vítimas dos extremistas islâmicos na África subsaariana”, disse Patrick Victor, diretor da ONG para França e Bélgica, em uma coletiva de imprensa nesta quarta. Essa ONG protestante publica todo ano seu “índice mundial” de perseguição de cristãos, desde a “discreta opressão diária” até a “violência mais extrema”. Entre 1º de outubro de 2020 e 30 de setembro de 2021, a discriminação e a perseguição afetaram “mais de 360 milhões de cristãos”, incluindo católicos, ortodoxos, protestantes, batistas, evangélicos e neopentecostais, etc, de 76 países.

Isso representa um aumento em relação aos 340 milhões de pessoas dessa religião que foram afetadas no período anterior, destaca o relatório. Em 2021, 5.898 cristãos foram assassinados, um aumento de 24% em relação ao ano anterior (4.761 casos). Segundo o relatório, “oito em cada dez morreram na Nigéria”. Por outro lado, o número total de igrejas invadidas, destruídas ou que tiveram que fechar foi de 5.110 no ano passado, em comparação com 4.488 no ano anterior. A China sozinha contribui para 59% dos fechamentos. Este país “está agora estendendo discretamente esse seu trabalho utilizando a crise sanitária (…). A manobra é simples (…): as igrejas fecham por conta dos confinamentos, enquanto as autoridades aproveitam para declarar oficialmente (seu) fechamento”, segundo a ONG. A Portas Abertas também observa “um aumento de 44% no número de cristãos detidos por causa de sua fé”, com 4.277 casos registrados em 2020, 6.175 casos em 2021.

O Afeganistão é o país mais perigoso para os cristãos, seguido pela Coreia do Norte, Somália, Líbia, Iêmen, Eritreia e Nigéria. Com a ascensão do Talibã ao poder, a perseguição religiosa no Afeganistão “assumiu uma nova dimensão”, diz a ONG. “Os talibãs apreenderam documentos que permitem que alguns convertidos ao cristianismo sejam identificados. Eles os procuram ativamente. Homens que se convertem são executados imediatamente, mulheres ou meninas estupradas ou casadas à força com jovens talibãs”, declarou Guillaume Guennec, outro responsável pelo Portas Abertas. Difícil saber “quantos foram mortos, embora não tenha comparação com anos anteriores”, explicou Guennec.

*Com informações da AFP

quarta-feira, 18 de novembro de 2020

Milenar mosteiro cristão de Dadivank em risco de ser tomado por muçulmanos

 

Mosteiro de Dadivank

© Eva Mont - shutterstock

O mosteiro na vila de Karvachar está no centro das tensões entre armênios e azeris em Nagorno-Karabakh

Milenar mosteiro cristão de Dadivank em risco de ser tomado pelos muçulmanos azeris: os padres armênios, no entanto, prometem permanecer no local enquanto os habitantes cristãos armênios são forçados a abandonar a vila de Karvachar levando tudo consigo – até mesmo os corpos dos seus antepassados, para evitar profanações.

Protegido pelos militares da missão internacional russa, o mosteiro de Dadivank, em Karvachar, tornou-se símbolo da tensão entre os armênios e os azeris na disputa pelo território de Nagorno-Karabakh. Historicamente, é uma região de maioria armênia cristã, mas, politicamente, faz parte do território do Azerbaijão, país de ampla maioria muçulmana. Os dois países estão em guerra pelo controle do território.

Dadivank
© Mato Z - shutterstock

Segundo a tradição armênia, o mosteiro de Dadivank foi fundado no século I por um discípulo de São Judas Tadeu, evangelizador dos armênios. De fato, a Armênia foi o primeiro país do mundo a adotar o cristianismo como religião oficial, antes até que o Império Romano tomasse a mesma medida. Os mosteiros mais antigos, como Dadivank, são testemunhas justamente desse fato.

Dadivank
© Sagittarius Production - shutterstock

Agora, porém, a vila de Karvachar (ou Kalbajar, no idioma azeri) está sendo entregue às forças do Azerbaijão, conforme os termos do tratado de paz assinado dias atrás entre os governos dos dois países, com a mediação da Rússia e da Turquia.

Na iminência da entrega do território historicamente disputado pelos azeris e pelos armênios, a população armênia tem se visto forçada a fugir em massa. Na fuga, além de levarem consigo tudo o que podem, os armênios estão incendiando suas próprias casas para que nada de cristão caia em mãos dos muçulmanos azeris. Os retirantes chegaram a abrir os túmulos para transferir os corpos de seus entes queridos, porque temem que os cemitérios cristãos sejam profanados pelos azeris.

De fato, profanações desse tipo não seriam novidade, posto que o Azerbaijão tem histórico de destruir monumentos armênios em seu território. Foi o caso, por exemplo, dos cemitérios de Julfa, em Nakichevan, e de Sabunchi, em Baku, ambos destruídos pela população muçulmana local com o aval das autoridades azeris.

Milenar mosteiro cristão de Dadivank

Entre os tesouros cristãos que não podem ser levados embora de Karvachar está o mosteiro de Dadivank.

A sua existência, aliás, é uma prova de que os armênios estão presentes no território há mais de um milênio. O Azerbaijão alega, no entanto, que a vila foi ocupada pelos armênios depois de expulsarem a população azeri.

Quando os governos divulgaram que a vila seria entregue ao Azerbaijão, os monges começaram a retirar os sinos do mosteiro e a planejar a remoção dos “kachkar”, grandes cruzes tradicionais armênias, esculpidas e ornadas em pedra e colocadas diante de igrejas e locais importantes para a população. O abade, no entanto, afirmou que não abandonaria o local e que estava disposto a morrer para defendê-lo.

Dadivank
David Galstyan / Spoutnik / Spoutnik via AFP

As autoridades armênias conseguiram que o mosteiro seja protegido pelas forças russas, que darão ao local uma segurança provisória. O futuro, porém, continua incerto. A permanência russa prevista pelo acordo de paz é, inicialmente, de cinco anos.

Como quer que seja, o fato é que a população armênia ficará privada durante tempo indefinido de ouvir as badaladas milenares dos sinos de Dadivank.




sexta-feira, 13 de novembro de 2020

Terroristas islâmicos em Moçambique decapitam mais de 50 pessoas

Macomia, Moçambique

AED

Reportagem local - publicado em 12/11/20

Eles esquartejaram os corpos num campo de futebol transformado em local de execuções: entre as vítimas, ao menos 15 crianças e jovens

Terroristas islâmicos em Moçambique decapitam mais de 50 pessoas: a chocante notícia veiculada nesta semana pela mídia mundial e dá um indício do nível de horror que se vive hoje na parte norte do país africano de língua portuguesa.

O grupo terrorista autodenominado Estado Islâmico na África Central atacou a pequena localidade de Muidumbe, na província de Cabo Delgado. Os fanáticos decapitaram mais de 50 pessoas e esquartejaram seus corpos num campo de futebol, que o grupo transformou em local de execuções. Entre as vítimas estão ao menos 15 crianças e jovens.

Os militantes islâmicos se declaram ligados ao mesmo Estado Islâmico que aterrorizou o Iraque e a Síria, onde hoje tentam se reorganizar após as pesadas derrotas militares que sofreram.

Terroristas islâmicos em Moçambique

Em Moçambique, os confrontos têm acontecido desde 2017 na província de Cabo Delgado, que é rica em gás natural, mas tem população muito pobre. Os jihadistas exploram essa pobreza para recrutar novos adeptos, visando o controle da região.

Desde que invadiram a província, os fanáticos já mataram mais de 2 mil pessoas e provocaram a fuga de pelo menos 430 mil. É comum que os jihadistas disparem contra civis, incendeiem casas, sequestrem mulheres e executem pessoas.

O governo moçambicano pediu ajuda internacional para conter os brutais e covardes ataques dessa corja de fanáticos, que intensificaram drasticamente os níveis de violência ao longo de 2020.

Uma das vozes mais ativas em denunciar e organizar ajudas para a população apavorada é a de dom Luiz Fernando Lisboa, bispo da diocese de Pemba, capital da província. O bispo, que é brasileiro, está ameaçado de morte.


do site Alateia


Papa preocupado: o Estado Islâmico chegou a um país de língua portuguesa


Reportagem local - publicado em 25/08/20

Francisco telefonou para o bispo local, o brasileiro dom Luiz Fernando, ameaçado de morte

No Ângelus deste 23 de agosto, o Papa Francisco declarou:

“Desejo reiterar a minha proximidade à população de Cabo Delgado, no norte de Moçambique, que sofre com o terrorismo internacional. Faço isto na memória viva da visita que fiz há um ano àquele amado país”.

Sob o terror

Milicianos jihadistas ligados ao Estado Islâmico incendiaram a igreja de Mocímboa da Praia, no norte de Moçambique, além do colégio Januário Pedro, o hospital distrital e dezenas de casas, carros e lojas.

ISLAMIST TERROR;MOZAMBIQUE
Ajuda à Igreja que Sofre
Igreja destruída por jihadistas em Mocímboa da Praia, Moçambique

A cidade portuária fica na região do Cabo Delgado, rica em reservas de gás natural liquefeito. A jazida é uma mais importantes da África e atrai grandes investimentos para a sua extração. Invadida pelos jihadistas e por bandeiras pretas, principalmente desde junho, a província está apavorada: as pessoas, com medo de ataques repentinos e brutais, estão fugindo sem levar praticamente nada.

O Estado Islâmico espantou o mundo ao se aproveitar das instabilidades que se seguiram aos levantes populares da fracassada “Primavera Árabe”, a partir do final de 2010, para conquistar territórios e implantar um regime de terror principalmente nas regiões mais debilitadas pela fragmentação do poder entre facções em combate, como o Iraque, a Síria e, pouco depois, a Líbia. Além disso, aliou-se ao selvagem bando de fanáticos terroristas islâmicos Boko Haram, da Nigéria, um dos mais sanguinários da atualidade. Apesar da derrota do Estado Islâmico no Oriente Médio e da perda da quase totalidade dos territórios que havia conquistado e devastado, o grupo de assassinos mantém células ativas e laços com vários outros bandos doentios em diversas regiões da Ásia e da África.

Agora, pela primeira vez, o grupo está começando a espalhar o seu fanatismo terrorista de modo mais intenso num país de língua portuguesa.

Telefonema do Papa

O Papa Francisco telefonou no dia 19 de agosto para o bispo de Pemba, dom Luiz Fernando Lisboa, que é brasileiro e está ameaçado de morte. Sua diocese fica na região invadida pelos terroristas.

Francisco orientou dom Luiz Fernando a manter contato com o cardeal Michael Czerny, do Dicastério para a Promoção do Desenvolvimento Humano Integral da Santa Sé, que o ajudará na assistência humanitária à população local.

LUIZ FERNANDO LISBOA
Foto: Leandro Martins
Dom Luiz Fernando Lisboa, bispo de Pemba, Moçambique

Por sua vez, dom Luiz Fernando contou ao Papa que, depois dos ataques, além das pessoas assassinadas, do terror entre os sobreviventes e da destruição provocada na região, há também duas freiras desaparecidas, ambas da congregação internacional das Irmãs de São José de Chambéry.

Uma região desolada pelo sofrimento

O Papa visitou o país em 2019. O lema da visita foi “Esperança, paz e reconciliação”. Moçambique vinha de uma guerra civil devastadora, principalmente em suas regiões centro e norte. Além disso, também sofreu os efeitos arrasadores dos ciclones Idai e Kenneth, com mais um rastro de mortes e miséria.

Cyclone Mozambique
© fivepointsix - Shutterstock

Pemba, Moçambique, devastada pelo ciclone Kenneth (2019)

O novo fantasma é o jihadismo.

Segundo informações da fundação pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre, mais de 500 mil pessoas são afetadas pela tragédia humanitária na região, com centenas de mortos e cerca de 200 mil deslocados.

Dom Luiz Fernando Lisboa vem denunciando internacionalmente a violência que devassa o país e tem feito apelos intensos pelo fim da onda de violência e mortes que se agravou a partir de outubro de 2017 e assim prossegue até hoje, com preocupantes perspectivas.

Moçambique: Irmãs de São José descrevem ataque jihadista “forte e cruel”


Fundação AIS - publicado em 14/06/20

As irmãs, sabendo “do risco” que corriam, pois a região estava já sobressaltada pela ameaça dos grupos armados que reivindicam pertencer ao Daesh, abandonaram a missão dias antes

É a primeira vez que as irmãs Carmelitas Teresas de São José descrevem o mais recente ataque de grupos terroristas em Macomia, que ocorreu no final de Maio. Segundo a descrição da irmã Blanca Nubia Castaño, “o ataque”, que começou na madrugada de 28 de Maio, “foi forte, cruel e durou três dias”.

As irmãs, sabendo “do risco” que corriam, pois a região estava já sobressaltada pela ameaça dos grupos armados que reivindicam pertencer ao Daesh, abandonaram a missão dias antes.

Só na passada quinta-feira, dia 4 de Junho, “apesar de os riscos não terem passado totalmente”, as irmãs decidiram regressar a Macomia para ver a dimensão dos estragos causados pelos terroristas.

Nas palavras da irmã Castaño, a destruição foi brutal. “Como resultado desta barbárie, temos a zona urbana totalmente destruída, a maioria das infraestructuras do Estado danificadas e a zona comercial reduzida a cinzas.”

Além da destruição material, importa apurar o número de vítimas. Mas essa contabilidade ainda está por fazer. “Ainda não sabemos o número de vítimas civis e nem das forças [de segurança]. Só ontem, [dia3 de Junho], as pessoas começaram a voltar lentamente para as suas casas, algumas foram queimadas, outras saqueadas… Lembrem-se que há apenas um ano que vivemos a destruição da passagem do ciclone Keneth…”

A missão das irmãs Carmelitas Teresas de São José foi poupada, mas, ao que parece, segundo a irmã, apenas por estar situada relativamente fora da zona atacada pelos terroristas. “A nossa missão salvou-se por estar na parte alta, ao lado de uma base militar. Apesar de os riscos não terem passado totalmente, hoje [dia 4 de Junho] decidimos ir visitar, encorajar e ajudar pelo menos os nossos trabalhadores e as suas famílias. Por questões de segurança, tivemos que voltar hoje mesmo para a outra missão onde estamos refugiadas.”

A Irmã Blanca Castaño refere ainda, na mensagem que colocou nas redes sociais, o sentimento de indignação perante o cenário de destruição a que ficou reduzida a zona. As irmãs estão presentes em Macomia há 16 anos, desenvolvendo um trabalho notável na área educacional. “Desde há dois anos e meio”, escreve ainda a religiosa, a região de Macomia, como aliás toda a província de Cabo Delgado, tem vindo a ser “aterrorizada” por ataques cruéis por parte de grupos armados jihadistas.

“Dói-nos a alma pelo atropelamento aos nossos irmãos, ficamos indignadas com a injustiça, ficamos tristes com a incerteza e sentimo-nos impotentes. Só nos resta esperar e confiar no Deus da Vida”, escreve ainda a irmã Castaño.



 

sexta-feira, 6 de novembro de 2020

Conversões ao Islam: exemplos paquistaneses

 

Kidnapped, Raped, and Forced into Islam: The Plight of Christian Girls in Pakistan

Gatestone Institute

Christian girls are being abducted, sexually abused, and forced into Islam with increasing frequency all throughout Pakistan, and everyone—including local police, court officials, and Islamic clerics—seem bent on facilitating this human rights tragedy.

Most recently, according to a September 16 report,

A Christian 6 year old girl was beaten and raped after being forcibly taken to the home of a Muslim rapist in broad daylight.  In a sickening twist the local Muslim community are threatening the Christian parents with violence, the rape of their other daughters and financial ruin if they proceed with a legal case against paedophile Muhammad Waqas (18 yrs)…   Tabitha [the raped child] had been verbally abused, shouted at, slapped and beaten and forced to do a number of sex acts with Waqas.  She had been stripped of her clothes and had described her terror that she would be killed by Waqas…

Though various societal elements pressured her Christian family to drop the case against the Muslim rapist and accept a financial settlement, her parents refused, demanding justice.  As a result, two imams from local mosques warned Munir Masih, the girl’s father, that “we shall burn your house and take away your other daughters too, if you fail to comply.” He responded by gathering his family and fleeing to an undisclosed location in the middle of the night.

Although “evidence for the case was strong with eye witnesses” and included “a medical examiner who found evidence of rape and brutality and a positive match on DNA tracing with that of  Waqas”—and despite the family’s perseverance for justice—the court granted the rapist bail.

“Tears rolled from the eyes of Munir while I hugged him in the yard of Lahore High Courts,” a legal representative of the family explained.  “The paedophile rapist who had sexually assaulted his daughter on many counts was granted bail and it caused him intense pain. It was excruciating for him to see the rapist of his tender-aged daughter released—I felt broken myself.”

This is just one of many examples of the sexual abuse of Christian girls and/or their forced conversion to Islam.  Below are a few more from those to occur in just the first nine months of 2020:

On Sunday, April 26, Maira Shahbaz, a 14-year-old Christian girl, was abducted by a group of armed Muslim men, under the leadership of one Muhammad Naqash (subsequently, her “husband”).  According to an initial report,

Eye witnesses claim that Myra was attacked while she was traveling to her workplace as a domestic worker on Sunday afternoon…. Myra’s abductors forced her into a car and Myra tried to resist…. [The] abductors were armed and fired several shots into the air…. [T]he Christian girl’s family has filed a police report and is begging police to recover their relative….  [The girl’s mother] fears her daughter will be raped, forcefully converted to Islam, or even killed….

In the ensuing weeks and months, the girl’s parents petitioned police and court officials to rescue their daughter.  The authorities responded by concluding that Muhammad had produced a certificate proving that their 14-year-old daughter had willingly converted to Islam and married him.  The parents pointed to discrepancies regarding her age and other indicators of forgery in the documentation,  but even the Lahore High Court ruled in favor of the kidnapper/rapist.

Then, in late August, Maira managed to escape and flee to a police station, where she gave testimony, including on how she was being “forced into prostitution” and “filmed while by being raped,” with threats that the tape would be published unless she complies with the demands of her rapist/husband and friends. “They threatened to murder my whole family,” the 14-year-old girl said. “My life was at stake in the hands of the accused and Naqash repeatedly raped me forcefully.”

In an interview, a friend of Maira’s family described how the family is now in hiding and constantly on the run, adding:

Maira is traumatized. She cannot speak. We want to take her to the doctor, but we are afraid we might be spotted. We are all very frightened, but we place our trust in God.

Days before Maira escaped in August, a  married Muslim father of four kidnapped Saneha Kinza, the 15-year-old daughter of a pastor, while she was walking to church for early morning prayers. According to the report:

Saneha’s family fears that their daughter will be added to the growing number of Christian girls who, after a kidnapping and forced conversion to Islam, are married to Muslims… On July 28, Pastor Morris Masih’s family received a call from the kidnapper, who threatened them if they dared to take any action to bring Saneha home.

In another instance, a group of 12 Muslim men, led by one Muhammad Irfan, broke into a Christian man’s household, “and tried to kidnap his [13-year-old] daughter, Noor, who they planned to rape and forcefully convert to Islam,” to quote from a July 26 report. “He often teased and disturbed my daughter in the streets, but we always ignored,” the girl’s mother later explained of Muhammad, adding:

Finally, Irfan forcibly entered into my house and intended to kidnap my daughter. However, we resisted. In response, he attacked and beat my entire family who got multiple injuries. My husband and others got injuries in the attack. However, police have not registered the case against Irfan and medical staff have not provided medical aid to the injured.

The report adds that “Local supporters of Irfan have issued threats against the family… [They] have threatened to burn down their house if they pursue legal action against Irfan and the other attackers.”

On April 11, a Muslim man kidnapped and sexually assaulted another Christian girl, aged 7.  When Nadia’s father discovered she was missing on arriving home from work, he and others began a frantic search, and eventually found her in a field, “beaten and sexually assaulted.”

Two days earlier, on April 9, another group of Muslims attempted to kidnap Ishrat, aged 9. According to the report,

[The] assault took place while Ishrat was walking in the street in Qutiba. There, a group of Muslim men approached her and asked her to convert to Islam and marry Asim, one of the men in the group. When Ishrat refused, the men beat Ishrat, made derogatory remarks against Ishrat and Christianity, and attempted to kidnap Ishrat. The kidnapping, however, was averted as local villagers intervened. According to Ishrat, another man in the group named Ijaz had been harassing her before the assault. Ishrat claims that Ijaz followed her for a long time in an attempt to develop a physical relationship. Ishrat and her family reported the assault to local police. However, after reporting the incident, a group of armed Muslims attacked Ishrat’s family home. According to Ishrat’s family, the group threatened the family with severe consequences for ‘creating hurdles to their mission.’

In order to justify marriage to another 14-year-old Christian girl who was previously abducted, forced to convert to Islam, and wed to a Muslim man, on February 3, during a hearing on the case of Huma Younus, the Sindh high court in Karachi ruled that men may marry underage girls once they have their period, in direct compliance with sharia, or Islamic law. “Our daughters are insecure and abused in this country,” Huma’s mother remarked. “They are not safe anywhere. We leave them at schools or home but they are kidnapped, raped, humiliated, and forced to convert to Islam.” Marriage to underage girls is illegal due to the Sindh Child Marriage Restraint Act, which the high court ignored to side with Muslims against Christians.

Discussing this particular incident, Napoleon Qayyum, executive director of the Pakistan Center of Law of Justice, said:

Another Christian girl aged 14 was recently abducted and gang-raped by some Muslim youths… The victim is a student of grade nine and was abducted by four or five boys on her way to a local tuition center on Jan. 16, 2020. The abductors not only raped her but also obtained her signatures and thumb impressions on some papers.

Although police recovered her, the rights activist expressed his “fears the suspects will use her signed documents to produce a fake marriage certificate and religion conversion letter in a bid to escape abduction and rape charges,” which, he said, “is common modus operandi of Muslims to confuse the court and avoid justice”:

Moreover, the girls are also forced to give false statements in court that they have changed their religion of free will and had married of their own choice….  Girls belonging to minority communities often succumb to pressure and consideration for their family’s security, which has further emboldened the men belonging to the majority faith.

In a somewhat similar case, on March 1, two Muslim men abducted Saima Javid, a 13-year-old Christian girl, while she fetched water outside the family home, forcibly converted her to Islam, and married her off to a Muslim. “I was deeply depressed and thought of committing suicide when I lost my daughter,” her mother shared.  “Young Christian girls are not safe in this country. Muslims consider them as their property or slaves and therefore humiliate them as they wish.”

After confirming that “our daughters are often sexually harassed by influential Muslims,” the girl’s father added that “The police did not listen to us for five days,” and did so only after “the abduction went viral on social media.”  As a result, on March 26, the 13-year-old Christian girl appeared in court where she “testified that she had been abducted and was forced to convert to Islam and forced to marry [a Muslim man].”  Due to the negative publicity revolving around this particular case, a judge ordered her returned to her family. As the report explains, however, “This order marks a rare victory for Pakistani Christians affected by the issue of abduction, forced conversion, and forced marriage.”

The reason few authorities do anything and some even side with the abductors/rapists was explained by the Asian Human Rights Commission in a 2011 report:

The situation is worse with the police who always side with the Islamic groups and treat minority groups as lowly life forms. The dark side of the forced conversion to Islam … involves the criminal elements who are engaged in rape and abduction and then justify their heinous crimes by forcing the victims to convert to Islam. The Muslim fundamentalists are happy to offer these criminals shelter and use the excuse that they are providing a great service to their sacred cause of increasing the population of Muslims.

In short, “Christian girls are only meant for the pleasure of Muslim men”—to quote a group of Muslim men, seconds before they rammed their car into three young Christian girls, who had ignored their sexual advances while walking home from work; one died.  Talking about this incident, one human rights activist said that police were “doing little to apprehend the young men and are allegedly delaying the investigative process”:

In any other nation [than Pakistan] the perpetrators would be arrested, convicted for murder and sentenced for a long term…. Violence against Christians is rarely investigated and highly unlikely to be met with justice…. Women have a low status in Pakistan, but none more so than Christian women who find themselves under the grip or terror, especially after this attack. Muslim NGO Movement of Solidarity and Peace state[s] that around 700 Christian women in Pakistan are abducted, raped and forced into Islamic marriage every year – that figure is almost two a day and the world does nothing.

More recent statistics from 2019 indicate that “around 1000 girls from [Christian and other] religious minorities are forcibly converted to Islam every year. The numbers might [even] be higher as many cases are not even reported.”

As another indicator of prevalence, back in 2010, a Pakistani pedophile told his 9-year-old victim “not to worry because he had done the same service to other young Christian girls”—some of whom were then murdered—before mauling her.  While discussing that particular incident, another human rights activist summarized the situation in Pakistan well:

It is shameful.  Such incidents occur frequently. Christian girls are considered goods to be damaged at leisure. Abusing them is a right. According to the community’s mentality it is not even a crime. Muslims regard them as spoils of war.

domingo, 28 de junho de 2020

Genocídio cristão na Nigéria

Massacre de cristãos na Nigéria é comparado a genocídio em relatório do Reino Unido

Um grupo britânico de parlamentares elaborou um relatório, alertando que o massacre de cristãos na Nigéria está seguindo o curso de um genocídio.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN POST
ATUALIZADO: SEGUNDA-FEIRA, 22 JUNHO DE 2020 AS 8:47
Cristãos são sepultados em tempos de massacre na Nigéria. (Foto: Intersociety)
Cristãos são sepultados em tempos de massacre na Nigéria. (Foto: Intersociety)
violência contra os cristãos na Nigéria segue o curso de um genocídio, um grupo de parlamentares do Reino Unido alertou esta semana em um novo relatório, analisando o impacto da violência perpetuada por extremistas do Boko Haram e milícias Fulani em todo o país da África Ocidental.
O Grupo Parlamentar do ‘Partido para a Liberdade Internacional de Religião ou Crença’ (APPG) do Reino Unido, um grupo bipartidário de parlamentares de ambas as casas do parlamento, divulgou seu novo relatório “Nigéria: Revelando o Genocídio?” na segunda-feira passada.
Enquanto a Nigéria continua sofrendo com a insurgência do Boko Haram e a existência de seu grupo dissidente (‘Província Islâmica da África Ocidental’), os membros do APPG estão preocupados com relatos de violência crescente caracterizada como um "conflito entre fazendeiros e agricultores", apesar de um número desproporcional de assassinatos sendo realizado por pastores (criadores de gado) militantes Fulani contra comunidades agrícolas predominantemente cristãs na fértil região do Cinturão Médio.
Os defensores dos direitos internacionais sustentaram que o padrão de genocídio foi atingido na Nigéria, pois as estimativas sugerem que milhares de cristãos foram mortos no Cinturão Médio, como um processo tradicional de arbitragem entre agricultores e criadores de gado por causa de colheitas danificadas nos últimos anos.
A violência no Cinturão Médio e no nordeste da Nigéria (onde o Boko Haram e Fulanis cometem atrocidades) levou ao deslocamento em massa de milhões, pois comunidades inteiras foram forçadas a fugir com medo de suas vidas, após inúmeros massacres.
"Entre todas as injustiças para o Reino Unido ajudar a corrigir em um futuro próximo, a perseguição generalizada e crescente sofrida pelos cristãos deve estar no topo da lista", disse o deputado Jim Shannon em comunicado. “Assim, como o Reino Unido enfrenta o desafio de bloquear e quarentena em massa pela primeira vez na memória, peço que você reserve um pensamento para os cristãos que enfrentam não apenas uma pandemia, mas também ameaças de violência e perseguição que nem podemos imaginar”.
O relatório exige que o governo da Nigéria e a comunidade internacional implemente, recomendações para ajudar a salvar as vidas dos cidadãos nigerianos, como investigações e processos abrangentes.
"Como os ministros do governo nigeriano admitiram publicamente e com razão, os cristãos estão sendo cruelmente alvejados, especificamente por causa de sua fé", afirma o relatório. “Sem dúvida, porém, muçulmanos pacíficos, por meio de violência colateral, também podem se tornar vítimas dessa cruel ideologia religiosa islâmica. É uma ideologia destrutiva e divisória que rapidamente se transforma em crimes contra a humanidade e segue o curso de um genocídio”.
"Não devemos hesitar em dizer isso", acrescenta o relatório. “Infelizmente, o Boko Haram não é a única ameaça que os cristãos nigerianos enfrentam. Ataques de grupos armados de pecuaristas Fulani resultaram na morte, mutilação, expropriação e despejo de milhares de cristãos. Às vezes, é difícil para nós no Ocidente imaginar esse tipo de sofrimento, por isso é importante que reconheçamos as histórias de sobreviventes”.
Perseguição religiosa disfarçada
O relatório examina vários fatores que aumentam a violência praticada pelas milícias Fulani contra as comunidades agrícolas e a violência retaliativa periódica. Os fatores analisados ​​incluem "competição de recursos, sectarismo religioso [a maioria dos pecuaristas Fulani são muçulmanos], má gestão da terra pelo governo nigeriano, crescimento populacional, mudança climática e insegurança".
“O rápido crescimento populacional, as mudanças climáticas e a desertificação diminuíram a água disponível para terras e pastagens e pressionaram os recursos”, afirma o relatório, citando uma estimativa das Nações Unidas de que cerca de 80% das terras agrícolas do Sahel estão degradadas e “as terras disponíveis para pastores estão encolhendo”.
Isso significa que a produção de grãos e alimentos está forçando os pastores "a uma busca desesperada por pastagens férteis".
"À medida que os Fulani viajam para regiões mais distantes em busca de água e terra para pastagem de seu gado, entram em conflito com os agricultores locais, que os acusam de invadir suas terras e danificar suas colheitas", acrescenta o relatório. “O aumento do conflito reduziu a capacidade dos líderes tradicionais de amenizar as tensões e resolver conflitos de forma amigável. Isso contribuiu para o colapso dos mecanismos históricos de solução de controvérsias e o conflito que virou violência”.
Embora haja fatores econômicos em jogo, o relatório também afirma que a escalada da violência "também deve ser vista no contexto do crescente poder e influência do extremismo islâmico no Sahel".
“Vários grupos, como o Estado Islâmico na província da África Ocidental (ISWAP), uma facção do Boko Haram e afiliada do califado enfraquecido do E.I. no Iraque e na Síria, continuam a expandir suas redes na Nigéria, Mali, Níger, Camarões, Chade e Burkina Faso”, explica o relatório. "Embora não necessariamente compartilhem uma visão idêntica, alguns pastores Fulani adotaram uma estratégia comparável ao Boko Haram e ao ISWAP e demonstraram uma clara intenção de atingir cristãos e símbolos da identidade cristã, como igrejas".
O APPG recebeu numerosos relatórios sobre pastores e outros líderes comunitários cristãos sendo alvejados por esses grupos que promovem atos terroristas.
"Durante muitos dos ataques, os pastores relataram que os terroristas gritaram 'Alá ou Akbar' [‘Alá é grande’], e mataram os que chamam de ‘infiéis'", alega o relatório.
“Centenas de igrejas foram destruídas, incluindo mais de 500 igrejas no estado de Benue. Como o bispo de Truro concluiu em seu relatório para o Ministério das Relações Exteriores e da Commonwealth do Reino Unido, "a dimensão religiosa é um fator significativamente preocupante" nos confrontos entre agricultores e pastores e a "violência direcionada contra comunidades cristãs no contexto da adoração sugere que a religião desempenha um papel fundamental nessas comunidades'”.
Justiça falha
Embora os cristãos pareçam ser as principais vítimas da violência no cinturão médio, o relatório explica que os ataques dos Fulani “levaram a violências periódicas de retaliação, pois as comunidades agrícolas concluem que não podem mais confiar nas autoridades para proteção ou justiça".
"Alguns vigilantes locais, liderados por jovens, buscam fazer justiça com suas próprias mãos, realizando represálias violentas contra muçulmanos que eles acreditam que são apoiados pelo governo", afirma o relatório. “Tal violência retaliatória não pode ser tolerada. No entanto, suas represálias devem ser vistas no contexto de uma necessidade urgente de que as autoridades apliquem o Estado de Direito para proteger todos os seus cidadãos”.