segunda-feira, 16 de outubro de 2017

VIVA A POLÔNIA!

 Cruzada do Rosário na Polônia (do Fratres in Unum)

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Participação maciça na Cruzada do Rosário na Polônia. Liberais furiosos
Por Lisa Bourne, Varsóvia, Polônia, 9 de outubro de 2017 – LifeSiteNews | Tradução: FratresInUnum.com: Centenas de milhares de católicos poloneses cercaram seu país de oração no sábado [7 de outubro – festa de Nossa Senhora do Rosário e recordação da Batalha de Lepanto], implorando a intervenção de Nossa Senhora para salvar a Polônia e o mundo.
Os católicos deram a volta ao redor dos 3.200 quilômetros de fronteira da Polônia para rezar o “Rosário nas Fronteiras”, ao passo que as mídias progressistas consideraram o encontro nacional de oração “polêmico”, xenófobo, islamofóbico ou não representativo da Igreja Católica.
“Os católicos da Polônia realizam um polêmico dia de oração nas fronteiras”, dizia a manchete da BBC a respeito do evento.
Rafał Pankowski, chefe do grupo de defesa de compreensão multicultural de Varsóvia Jamais Novamente, disse à Associated Press: “Todo o conceito de fazer essa oração nas fronteiras reforça o modelo étnico-religioso e xenófobo de identidade nacional”.
Krzysztof Luft, ex-membro do maior partido de oposição da Polônia, a Plataforma Cívica liberal, tuitou: “Ridicularizando a Cristandade em grande escala. Eles tratam a religião como uma ferramenta para manter o atraso na estagnação polonesa”.
O “Rosário nas fronteiras” foi organizado por católicos leigos e sancionado por líderes da Igreja na Polônia, com cerca de 320 igrejas de 22 dioceses que participam em cerca de 4.000 locais ao longo da fronteira com a Alemanha, a República Tcheca, a Eslováquia, a Ucrânia, a Bielorrússia,  a Lituânia,  a Rússia e o Mar Báltico.
Mais de 90% dos 38 milhões de cidadãos da Polônia são católicos romanos.
A primeira-ministra católica da Polônia também aprovou o evento do rosário. Beata Szydlo tuitou: “Saúdo a todos os participantes”.
O padre Pawel Rytel-Andrianik, porta-voz da Conferência Episcopal Polonesa, disse que foi o segundo maior evento de oração na Europa desde a Jornada Mundial da Juventude, em 2016. O New York Times informou, no entanto, que os números de participação final ainda estavam sendo calculados.
As capelas do aeroporto, consideradas portões de entrada para o país, também foram locais de oração para os católicos, afirmou o AP, e os soldados poloneses estacionados no Afeganistão rezaram no aeródromo de Bagram.
As posições de oração para o evento do rosário também incluíam barcos de pesca no mar, bem como caiaques e veleiros formando correntes em rios poloneses, de acordo com um relatório da Agence France-Presse.
“Durante a oração, eu estava no aeroporto de Chopin em Varsóvia”, disse o padre Rytel-Andrianik, “e havia muitas pessoas saindo da capela”.
“Essa foi uma iniciativa de leigos, o que torna o evento ainda mais extraordinário”, prosseguiu. “Milhões de pessoas rezaram o rosário juntas. Esse número excedeu as expectativas mais ousadas dos organizadores “.
As igrejas que participaram iniciaram o evento de oração com uma palestra e a celebração da missa antes que os católicos se dirigissem para as fronteiras para rezar o rosário.
O “Rosário nas Fronteiras” tomou seu significado a partir das aparições de Nossa Senhora de Fátima, programadas para o primeiro sábado do mês durante o centenário da aparição de Nossa Senhora aos três pastorinhos em Fátima, Portugal.
O evento nacional de oração católica da Polônia também coincidiu com a Festa de Nossa Senhora do Rosário no aniversário de 7 de outubro da vitória naval de 1571 da Santa Liga sobre a marinha do Império Otomano na Batalha de Lepanto.
O rosário está intimamente ligado à vitória de Lepanto, devido ao apelo do Papa São Pio V aos fiéis para que rezassem o rosário pela vitória.
Os comentários de alguns participantes a respeito da Europa manter suas raízes cristãs ou derrubar a maré do Islã foram instrumentalizados pela mídia para descrever o “Rosário nas fronteiras” como evento nacionalista ou de “Medo do Islã”.
“Vamos rezar por outras nações da Europa e do mundo para entendermos que precisamos voltar às raízes cristãs da cultura europeia se quisermos que a Europa permaneça na Europa”, disse o arcebispo de Cracóvia, Marek Jedraszewski, durante a missa no sábado.
“Isso é algo muito sério para nós”, disse Basia Sibinska à AP. “Queremos rezar pela paz, queremos rezar pela nossa segurança. Claro, todos vêm aqui com uma motivação diferente. Mas o mais importante é criar algo intenso e apaixonante como um círculo de oração ao redor de toda a fronteira”.
A Polônia e a Hungria se recusaram a receber migrantes sob o sistema de quotas estabelecido pela União Europeia, causando controvérsias e ameaçando a filiação dos dois países na UE.
Os receios com a secularização na Europa, no entanto, existem independentemente da atual crise migratória e suas diversas implicações.
O relatório do Times referiu-se ao evento de oração do rosário dizendo que “católicos poloneses agarrando contas de rosário” reuniram-se “para uma manifestação em massa” e chamaram a Polônia de “uma nação movendo-se cada vez mais para a direita”.
O teólogo da Universidade Villanova, Massimo Faggioli, usou o Twitter para criticar o evento, dizendo que o rosário teve um “uso anti-imigrantes”.
Ele tuitou dizendo: “Usar a Virgem Maria como um escudo humano e o Rosário como uma arma contra o Islã não é exatamente o meu modo de pensar” e “usar o Rosário como arma contra o Islã não representa ‘a Igreja Católica’”.
Os organizadores disseram à LifeSiteNews que o objetivo do evento do Rosário na Fronteira era seguir o chamado de Nossa Senhora em Fátima para rezar o rosário para o resgate do mundo.
“O Rosário nas Fronteiras não é uma cruzada, porque não queremos lutar com ninguém”, disse Maciej Bodasiński. “É uma comoção gigantesca em favor, não contra algo. Seguimos firmemente o seu comando, e rezaremos nas fronteiras do nosso país, saindo em oração e testemunho do mundo inteiro, para que a Misericórdia de Deus não se restrinja a nenhuma fronteira “.
O padre Alexander Lucie-Smith, teólogo moral e editor de consultoria do Catholic Herald, disse em uma postagem no blog que rezar o rosário não é algo polêmico, e essa é a nossa melhor arma contra o mal.
O padre Lucie-Smith observou que a Polônia tem uma história diferente de outras nações europeias, como a Grã-Bretanha, tendo sido “apagada do mapa em várias ocasiões” na história recente.
“Se os poloneses parecem mais apegados à soberania nacional do que a maioria, quem pode culpá-los?”, indagou. “Sua soberania tem sido muito contestada. Além disso, a questão da nacionalidade polonesa está profundamente relacionada à fé católica. Tanto em questões de etnia e religião, os poloneses foram firmes em resistir à russificação. Você pode culpá-los?”
Ele também disse que os poloneses têm o direito de fazer suas próprias escolhas em matéria de admissão de migrantes e que rezar pela salvação da Polônia e do mundo era “admirável. O exemplo polonês deveria estimular os outros a fazerem a mesma coisa.”
Em relação à ligação com a Batalha de Lepanto, o padre Lucie-Smith disse que comemorar o aniversário não denota a negatividade perante outro país, mas comemora a libertação daqueles que foram submetidos a um regime despótico, incluindo os escravos das galés cristãs, fazendo disso algo para se comemorar.
Ele também enfatizou que a oração pela vitória na guerra “há muito tem sido o caminho cristão”, seja em Lepanto, durante a Segunda Guerra Mundial, bem como até e incluindo os bispos nigerianos, instando as pessoas de hoje a rezarem o rosário diante de Boko Haram, “o que está completamente de acordo com a tradição católica”.
“Polêmico? Eu não penso assim”, escreveu o padre Lucie-Smith. “Os católicos fazem isso há séculos”.
“Tenhamos a esperança de continuar rezando durante os séculos vindouros”, disse. Como o site dos organizadores do evento polonês nos recorda, “o rosário é uma arma poderosa contra o mal”. Continuemos a usá-lo!

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Islã e terrorismo. Expulsão dos últimos cristãos do Egito.

Explosões em duas igrejas cristãs no Egito deixam dezenas de mortos
Número de mortos chega a 44, somadas as vítimas dos ataques ao templo de Tanta e ao de Alexandria. Estado Islâmico reivindicou os atentados.
9/4/2017 (G1)

Explosões em duas igrejas cristãs coptas no Egito deixaram ao menos 44 mortos e mais de 100 feridos neste domingo (9), segundo um comunicado do ministério egípcio da Saúde. O primeiro alvo foi um templo em Tanta, a quinta maior cidade do país, seguido de um ataque em Alexandria, a segunda mais populosa cidade egípcia.
Inicialmente, a TV local informava que nenhuma organização havia assumido os ataques. O grupo radical Estado Islâmico, no entanto, reivindicou o atentado, por meio de sua agência de notícia, a Amaq.
Ao menos 17 pessoas morreram e 48 ficaram feridas, segundo um novo balanço do ministério da Saúde.
Assim como no restante do mundo, os cristãos do Egito celebravam o Domingo de Ramos, que marca o início da Semana Santa.

A explosão em Alexandria, no norte do país, aconteceu na igreja de São Marcos, informou a televisão estatal do país árabe, que não ofereceu mais detalhes sobre o ocorrido. Pela manhã e antes do incidente, o papa copta Teodoro II esteve no lugar para a celebração do Domingo de Ramos, informou a Igreja Copta do Egito.

Igreja copta que foi alvo de ataque em Tanta, no Egito, neste domingo (9) (Foto: Stringer / France Presse)

Já a explosão em Tanta ocorreu na igreja de São Jorge. A cidade fica a cerca de 120 km ao norte da cidade do Cairo, capital do país. De acordo a TV local, o explosivo foi colocado debaixo de um banco.
O ataque deixou 27 mortos e 78 feridos perto de uma igreja da cidade de Tanta, no delta do Nilo. A polícia isolou a área enquanto o esquadrão antibomba trabalhava no local em busca de outros explosivos.

Vídeo disponibilizado pelo Ministério do Interior do Egito mostra terrorista suicida explodindo bomba em igreja de Alexandria .

As igrejas cristãs são alvos constantes de atentados. Em dezembro de 2016, o alvo de explosões foi a maior catedral do Cairo, onde 25 pessoas morreram e outras 49 ficaram feridas, muitas delas mulheres e crianças. Esse foi o ataque mais mortal contra a minoria cristã do Egito em anos.


terça-feira, 21 de março de 2017

A Europa sem filhos.

TURKISH OFFICIALS THREATEN EUROPE, WARN OF HOLY WAR

NEWS: WORLD NEWS
by Derek Ganzhorn  •  ChurchMilitant.com  •  March 20, 2017   

Turkish president urges Muslims to have five children instead of three

ISTANBUL (ChurchMilitant.com) - Turkish officials are wielding their political clout and suggesting "holy wars" will soon break out across Europe.
The latest statements come from President Tayyip Erdogan, who on Friday called Turks living on the continuent "Europe's future," urging them to have "not just three but five children." Erdogan had previously exhorted Turks to have three children.
"From here I say to my citizens, I say to my brothers and sisters in Europe," he said, "Educate your children at better schools, make sure your family live in better areas, drive in the best cars, live in the best houses," said Erdogan in a televised speech from a city south of Istanbul.
The president's comments come just a day after Turkey's foreign minister Mevlut Cavusoglu warned European leaders that "religious wars" (or "holy wars") would soon envelop the continent.
"Where are you dragging Europe to?" Cavusoglu asked European leaders on Thursday. "You have begun to disintegrate Europe and take Europe to the cliff. Soon religious wars will begin in Europe."

 
The spat between Turkish and European leaders revolves around a Turkish referendum to be held in April. If it passes, the referendum will merge the positions of prime minister and president, giving Erdogan and his AKP Party greater authority. Erdogan, an Islamist who has spent his political career deconstructing Turkey's secular constitution, has been consolidating his power after a failed coup against him last summer.
About 2.5 million Turks living in Europe are eligible to vote in the referendum, and Erdogan has been wooing them. But disputes arose after Dutch Prime Minister Mark Rutte denied Cavusoglu entry into the Netherlands to attend a rally in support of the referendum on March 11. Cavusoglu had previously been allowed to campaign in France.
Turks within the small European nation responded to Rutte's decision with riots in Rotterdam and Amsterdam Saturday night. Erdogan went on the offensive, comparing the Dutch government to Nazis and blaming the Dutch for the Srebrenica massacre in 1995. Erdogan also cut off diplomatic talks with the Dutch on Monday and closed Turkey's airspace to their diplomats. 
You have begun to disintegrate Europe and take Europe to the cliff. Soon religious wars will begin in Europe.Tweet
The ominous words from the Turks continued even after Rutte's center-right party, which has generally been accommodating to Muslim immigrants, fended off a challenge of populist, anti-Islam candidate Gheert Wilders in a general election Wednesday. Yet Cavusoglu derided any distinction between parties when speaking to European leaders Thursday, saying, "[W]hen you look at the many parties you see there is no difference between the social democrats and fascist Wilders." 
Turkish leaders have lately been more brazen about flouting their political power in Europe. Turkey's Interior Minister Suleyman Soylu warned European leaders on Thursday it would "blow the mind" of Europe by sending 15,000 refugees a month onto the continent.
Erdogan also was successful in convincing German chancellor Angela Merkel to bring criminal defamation charges against a comedian who had written a poem critical of the Turkish president. The charges were later dropped. 
Threats of religious war come at a time when some European Catholics are recognizing the dangers of modern Europe's secular lifestyle. Carlo Liberati, archbishop of Pompeii, recently predicted the pagan and secular lifestyle promoted in Europe would foster the rise of Islam.
"Parishes are the only thing still standing," said the archbishop. "We need a true Christian life. All this paves the way to Islam. In addition to this, they have children and we do not. We are in full decline."
"In 10 years we will all be Muslims because of our stupidity," he added.