quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Agora em Moçambique

Massacre de cristãos em Moçambique está “fora de controle”


Nas últimas semanas, extremistas islâmicos queimaram 230 casas e decapitaram 23 cristãos, incluindo crianças.

Através das redes sociais, líderes religiosos estão relatando que o massacre de cristãos em Moçambique está “fora de controle”. Um vídeo do missionário Heidi Baker sobre o assunto passou a circular no sábado (9), mas foi retirado do Facebook.
Desde o mês passado, há relatos de uma onda de terror causada por extremistas islâmicos no país africano.
As informações passadas por missionários informam que jihadistas estão atacando cristãos no interior do país, “decapitando pessoas e queimando aldeias”.
Nas últimas três semanas, os membros do grupo extremista auto-denominado Al-Shabbab, queimaram 230 casas e decapitaram 23 cristãos, incluindo crianças.
Em sua página no Facebook, o missionário Heidi Baker declarou:
Mesmo em meio às dificuldades, continuamos a nos esforçar para pregar o evangelho. Ontem, fomos encorajar uma de nossas igrejas locais e finalizamos a compra de terras para construir uma nova igreja/escola/ponto de captação de água! Passamos o dia adorando e clamando para ver a ação de Deus no norte de Moçambique. Obrigado a todos que podem orar conosco!
Massacre de cristãos em Moçambique 

domingo, 18 de novembro de 2018

Exemplo da África

Foto de bispo abençoando padre com ebola comove redes sociais – Congo enfrenta novo surto da doença mortífera e a Igreja age para prestar auxílio à população
Por Aleteia, 06 de junho de 2018 – Chamou a atenção nas redes sociais, entre o fim de maio e o começo deste mês, uma imagem que veio da República Democrática do Congo, na África: ela mostra o arcebispo coadjutor da capital do país, Kinshasa, dom Fridolin Ambongo Besungu, dando a bênção ao pe. Lucien Ambunga, contagiado pelo vírus do ebola depois de atender um homem que agonizava pela mesma doença.
O pe. Ambunga pertence à Congregação da Missão e é pároco em Itipo, na diocese de Mbandaka-Bikoro, norte do país. Após uma quarentena em que precisou ficar hospitalizado, ele recebeu alta no dia 26 de maio.
A foto é anterior à alta e mostra o padre ainda doente, recebendo o apoio do bispo. Publicada no Twitter em 24 de maio pelo usuário Katako Arnold, a imagem foi repostada e compartilhada por centenas de outros internautas. Muitos deles ofereceram orações pela recuperação do sacerdote e postaram comentários como:
“Que Deus o ajude, porque ele foi compassivo com os doentes” (Jeanpierre Mbanga)
“[Que ele] seja curado em nome de Jesus, que lhe permita continuar servindo à humanidade, ao povo de Deus” (Oressoh)
“Esta é a igreja na África. Sem dúvidas é cheia de fé, dependente de Deus, humilde e deseja seguir Jesus” (Obianuju Ekeocha, líder pró-vida).
Surto alarmante de ebola urbano
O ebola causa febre, dores musculares, vômito, diarreia e pode levar a hemorragias. Doença grave, é fatal quando não tratada. A transmissão ocorre por animais selvagens e se propaga de pessoa para pessoa, podendo facilmente se transformar em epidemia.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmou no início de maio um novo surto de ebola na República Democrática do Congo.
Rose Mkunu, médica da Cáritas Congo em Mbandaka, declarou à agência vaticana Fides:
“A situação é alarmante porque é uma epidemia urbana, diferente das anteriores. A Cáritas está fazendo todo o possível para conscientizar e informar os líderes comunitários e religiosos a respeito da doença, sobre como se proteger e prevenir o contágio, mas temos recursos limitados”.
O presidente da Conferência Episcopal do Congo, dom Marcel Utembi Tapa, também afirmou:
“Devido à natureza da doença e à falta de informação, teme-se o risco da sua propagação numa cidade de 1,2 milhão de habitantes e nas cidades vizinhas”.
No entanto, dom Utembi pediu aos fiéis para “não cederem ao medo nem à estigmatização, que podem impedir a resposta à epidemia”.
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Com informações das agências Fides e ACI Digital

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Mais mártires

Esta foi a última oração das Irmãs da Caridade antes de serem mortas por terroristas- 

Em 4 de março de 2016 aconteceu um terrível ataque terrorista contra a Comunidade das Missionárias da Caridade, no Iêmen, África.
O lugar funcionava como um abrigo para idosos e pessoas com necessidades especiais em Aden, Iêmen. Terroristas islâmicos atacaram o lugar com armas de fogo e assassinaram 16 pessoas, dentre elas 4 religiosas, e sequestraram um sacerdote.
As missionárias assassinadas foram identificadas como irmãs Anselma, Judite, Marguerita e Reginette.
Monsenhor Paul Hinder, Vigário Apostólico do Sul da Arábia, assegurou então que “as Missionárias da Caridade morreram como mártires: como mártires da caridade, como mártires porque foram testemunhas de Cristo e compartilharam sorte de Jesus na Cruz”.
Monsenhor Hinder revelou ainda a oração que as irmãs rezaram pouco antes do atentado:

“Senhor, ensina-me a ser generosa.
Ensina-me a servir-te como mereces;
ofertar e não calcular o custo,
lutar e não prestar atenção nas feridas,
trabalhar e não buscar descanso,
trabalhar e não pedir recompensa”

Que Deus nos conceda a todos a graça de termos a fé e estarmos prontos para morrer por Cristo como fizeram as irmãs.

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Trump apoia marcha anti-aborto. Nunca um presidente o tinha feito



Atual inquilino da Casa Branca discursou perante os participantes da Marcha pela Vida. 
19 DE JANEIRO DE 201818:41
"Honrado e orgulhoso". Foi como Donald Trump se afirmou, esta sexta-feira, por apoiar o movimento anti-aborto Marcha pela Vida frente à Casa Branca, em Washington. Foi a primeira vez na História que um presidente americano em exercício declarou apoio a tal causa.
"Este é um movimento nascido do amor... Vocês amam cada criança nascida ou por nascer, porque acreditam que cada vida é sagrada, que cada criança é uma dádiva de Deus", declarou Trump.
Antes, o vice-presidente, Mike Pence, descrevera Trump como o "presidente da história americana mais pró-vida". Pence, que é evangélico, anti-aborto e contra os direitos dos homossexuais, tinha no ano passado apoiado uma manifestação semelhante, tornando-se então o mais alto titular de um cargo público a participar numa ação do género, segundo noticia o britânico Independent

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Mais um ataque terrorista islâmico contra Igreja Cristã


Ataque contra igreja cristã no Cairo deixa 9 mortos; EI assume autoria

Amr Abdallah Dalsh/Reuters
Pessoas observam local de ataque em igreja cristã no distrito de Helwan, no Cairo (Egito)
Pessoas observam local de ataque em igreja cristã no distrito de Helwan, no Cairo (Egito)
Ao menos nove pessoas, entre eles oito cristãos copta e um policial, foram mortas após um homem armado abrir fogo contra uma igreja no sul do Cairo, informou o Ministério do Interior do Egito nesta sexta-feira (29).
O agressor ficou ferido e foi detido. O Estado Islâmico assumiu a autoria do ataque, segundo a agência Amaq, que divulga comunicados do grupo extremista.
Uma versão anterior divulgada pelo Ministério da Saúde autoridades falava em dois homens armados e dez mortos, mas não houve explicação para a divergência.
O ataque contra a igreja copta de Mar Mina deixou ainda outras seis pessoas feridas.
A minoria cristã no Egito tem sido alvo de militantes islâmicos em uma série de ataques que já deixaram mais de 100 mortos desde dezembro de 2016.
O país está em estado de emergência desde abril, quando ataques suicidas assumidos pelo Estado Islâmico atingiram duas igrejas coptas no Domingo de Ramos.
Um porta-voz da Igreja Ortodoxa Copta afirmou que o agressor primeiro realizou um ataque contra uma loja no mesmo bairro, Helwan, matando dois. Depois dirigiu-se para a igreja. Ele tentou jogar explosivos no local, mas foi ferido antes.
Samir Gerges, uma testemunha, disse que as pessoas que estavam dentro da igreja fecharam os portões quando os tiros começaram do lado de fora.
Raouth Atta, 40, estava dentro da igreja quando o ataque começou. "Quando os tiros foram ouvidos, os portões foram fechados imediatamente", ele afirmou à Associated Press. "As pessoas estavam aterrorizadas. Ficamos lá dentro por 30 minutos antes de podermos sair."
O Ministério do Interior afirmou que as forças de segurança "haviam lidado imediatamente com o agressor e o detido depois que foi ferido". "Medidas legais foram tomadas", afirmou ainda, sem dar detalhes. 

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Religião comunista chinesa. Mas com capitalismo, é claro.

Cristãos chineses são obrigados a substituir quadros de Cristo pelos de Xi

 EFE ter, 14 de nov 08:25 BRST 

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

VIVA A POLÔNIA!

 Cruzada do Rosário na Polônia (do Fratres in Unum)

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Participação maciça na Cruzada do Rosário na Polônia. Liberais furiosos
Por Lisa Bourne, Varsóvia, Polônia, 9 de outubro de 2017 – LifeSiteNews | Tradução: FratresInUnum.com: Centenas de milhares de católicos poloneses cercaram seu país de oração no sábado [7 de outubro – festa de Nossa Senhora do Rosário e recordação da Batalha de Lepanto], implorando a intervenção de Nossa Senhora para salvar a Polônia e o mundo.
Os católicos deram a volta ao redor dos 3.200 quilômetros de fronteira da Polônia para rezar o “Rosário nas Fronteiras”, ao passo que as mídias progressistas consideraram o encontro nacional de oração “polêmico”, xenófobo, islamofóbico ou não representativo da Igreja Católica.
“Os católicos da Polônia realizam um polêmico dia de oração nas fronteiras”, dizia a manchete da BBC a respeito do evento.
Rafał Pankowski, chefe do grupo de defesa de compreensão multicultural de Varsóvia Jamais Novamente, disse à Associated Press: “Todo o conceito de fazer essa oração nas fronteiras reforça o modelo étnico-religioso e xenófobo de identidade nacional”.
Krzysztof Luft, ex-membro do maior partido de oposição da Polônia, a Plataforma Cívica liberal, tuitou: “Ridicularizando a Cristandade em grande escala. Eles tratam a religião como uma ferramenta para manter o atraso na estagnação polonesa”.
O “Rosário nas fronteiras” foi organizado por católicos leigos e sancionado por líderes da Igreja na Polônia, com cerca de 320 igrejas de 22 dioceses que participam em cerca de 4.000 locais ao longo da fronteira com a Alemanha, a República Tcheca, a Eslováquia, a Ucrânia, a Bielorrússia,  a Lituânia,  a Rússia e o Mar Báltico.
Mais de 90% dos 38 milhões de cidadãos da Polônia são católicos romanos.
A primeira-ministra católica da Polônia também aprovou o evento do rosário. Beata Szydlo tuitou: “Saúdo a todos os participantes”.
O padre Pawel Rytel-Andrianik, porta-voz da Conferência Episcopal Polonesa, disse que foi o segundo maior evento de oração na Europa desde a Jornada Mundial da Juventude, em 2016. O New York Times informou, no entanto, que os números de participação final ainda estavam sendo calculados.
As capelas do aeroporto, consideradas portões de entrada para o país, também foram locais de oração para os católicos, afirmou o AP, e os soldados poloneses estacionados no Afeganistão rezaram no aeródromo de Bagram.
As posições de oração para o evento do rosário também incluíam barcos de pesca no mar, bem como caiaques e veleiros formando correntes em rios poloneses, de acordo com um relatório da Agence France-Presse.
“Durante a oração, eu estava no aeroporto de Chopin em Varsóvia”, disse o padre Rytel-Andrianik, “e havia muitas pessoas saindo da capela”.
“Essa foi uma iniciativa de leigos, o que torna o evento ainda mais extraordinário”, prosseguiu. “Milhões de pessoas rezaram o rosário juntas. Esse número excedeu as expectativas mais ousadas dos organizadores “.
As igrejas que participaram iniciaram o evento de oração com uma palestra e a celebração da missa antes que os católicos se dirigissem para as fronteiras para rezar o rosário.
O “Rosário nas Fronteiras” tomou seu significado a partir das aparições de Nossa Senhora de Fátima, programadas para o primeiro sábado do mês durante o centenário da aparição de Nossa Senhora aos três pastorinhos em Fátima, Portugal.
O evento nacional de oração católica da Polônia também coincidiu com a Festa de Nossa Senhora do Rosário no aniversário de 7 de outubro da vitória naval de 1571 da Santa Liga sobre a marinha do Império Otomano na Batalha de Lepanto.
O rosário está intimamente ligado à vitória de Lepanto, devido ao apelo do Papa São Pio V aos fiéis para que rezassem o rosário pela vitória.
Os comentários de alguns participantes a respeito da Europa manter suas raízes cristãs ou derrubar a maré do Islã foram instrumentalizados pela mídia para descrever o “Rosário nas fronteiras” como evento nacionalista ou de “Medo do Islã”.
“Vamos rezar por outras nações da Europa e do mundo para entendermos que precisamos voltar às raízes cristãs da cultura europeia se quisermos que a Europa permaneça na Europa”, disse o arcebispo de Cracóvia, Marek Jedraszewski, durante a missa no sábado.
“Isso é algo muito sério para nós”, disse Basia Sibinska à AP. “Queremos rezar pela paz, queremos rezar pela nossa segurança. Claro, todos vêm aqui com uma motivação diferente. Mas o mais importante é criar algo intenso e apaixonante como um círculo de oração ao redor de toda a fronteira”.
A Polônia e a Hungria se recusaram a receber migrantes sob o sistema de quotas estabelecido pela União Europeia, causando controvérsias e ameaçando a filiação dos dois países na UE.
Os receios com a secularização na Europa, no entanto, existem independentemente da atual crise migratória e suas diversas implicações.
O relatório do Times referiu-se ao evento de oração do rosário dizendo que “católicos poloneses agarrando contas de rosário” reuniram-se “para uma manifestação em massa” e chamaram a Polônia de “uma nação movendo-se cada vez mais para a direita”.
O teólogo da Universidade Villanova, Massimo Faggioli, usou o Twitter para criticar o evento, dizendo que o rosário teve um “uso anti-imigrantes”.
Ele tuitou dizendo: “Usar a Virgem Maria como um escudo humano e o Rosário como uma arma contra o Islã não é exatamente o meu modo de pensar” e “usar o Rosário como arma contra o Islã não representa ‘a Igreja Católica’”.
Os organizadores disseram à LifeSiteNews que o objetivo do evento do Rosário na Fronteira era seguir o chamado de Nossa Senhora em Fátima para rezar o rosário para o resgate do mundo.
“O Rosário nas Fronteiras não é uma cruzada, porque não queremos lutar com ninguém”, disse Maciej Bodasiński. “É uma comoção gigantesca em favor, não contra algo. Seguimos firmemente o seu comando, e rezaremos nas fronteiras do nosso país, saindo em oração e testemunho do mundo inteiro, para que a Misericórdia de Deus não se restrinja a nenhuma fronteira “.
O padre Alexander Lucie-Smith, teólogo moral e editor de consultoria do Catholic Herald, disse em uma postagem no blog que rezar o rosário não é algo polêmico, e essa é a nossa melhor arma contra o mal.
O padre Lucie-Smith observou que a Polônia tem uma história diferente de outras nações europeias, como a Grã-Bretanha, tendo sido “apagada do mapa em várias ocasiões” na história recente.
“Se os poloneses parecem mais apegados à soberania nacional do que a maioria, quem pode culpá-los?”, indagou. “Sua soberania tem sido muito contestada. Além disso, a questão da nacionalidade polonesa está profundamente relacionada à fé católica. Tanto em questões de etnia e religião, os poloneses foram firmes em resistir à russificação. Você pode culpá-los?”
Ele também disse que os poloneses têm o direito de fazer suas próprias escolhas em matéria de admissão de migrantes e que rezar pela salvação da Polônia e do mundo era “admirável. O exemplo polonês deveria estimular os outros a fazerem a mesma coisa.”
Em relação à ligação com a Batalha de Lepanto, o padre Lucie-Smith disse que comemorar o aniversário não denota a negatividade perante outro país, mas comemora a libertação daqueles que foram submetidos a um regime despótico, incluindo os escravos das galés cristãs, fazendo disso algo para se comemorar.
Ele também enfatizou que a oração pela vitória na guerra “há muito tem sido o caminho cristão”, seja em Lepanto, durante a Segunda Guerra Mundial, bem como até e incluindo os bispos nigerianos, instando as pessoas de hoje a rezarem o rosário diante de Boko Haram, “o que está completamente de acordo com a tradição católica”.
“Polêmico? Eu não penso assim”, escreveu o padre Lucie-Smith. “Os católicos fazem isso há séculos”.
“Tenhamos a esperança de continuar rezando durante os séculos vindouros”, disse. Como o site dos organizadores do evento polonês nos recorda, “o rosário é uma arma poderosa contra o mal”. Continuemos a usá-lo!