quarta-feira, 27 de julho de 2016

A Paróquia francesa que cedeu o terreno para mesquita tem o seu Padre degolado.

O martírio do Pe. Hamel: o tormento dos cristãos orientais agora é o nosso.

FRATRES IN UNUM
Por Antony Burckhardt – Civilisation Chrétienne | Tradução: Luis Dufaur – A Aparição de La Salette e suas ProfeciasA  ameaça se realizou. Um padre foi degolado por muçulmanos enquanto celebrava a missa. Isso não aconteceu no Iraque, na Nigéria ou no Paquistão, mas numa pequena cidade da Normandia, sob o céu macio da nossa França como diz a canção.
Alguns estão atônitos face ao horror e se perguntam: por que nós? Por que um padre? Por que um homem de 86 anos?
E eles não saem do atordoamento: o padre Hamel mantinha relações amigáveis com a comunidade muçulmana. A mesquita de Saint-Etienne du Rouvray foi construída num terreno oferecido pela paróquia da cidade, informou“Le Point”. 
O medo é legítimo e atinge a todos nós, mas a surpresa é no fundo uma grave falta nossa.
Durante anos, nós, os cristãos ocidentais, vínhamos sendo avisados pelos nossos irmãos orientais que conhecem o furor islâmico há séculos.
Em 10 de agosto de 2014, o arcebispo de Mosul, Iraque, Mons. Amel Nona advertiu os europeus numa entrevista ao “Corriere della Sera”:
“Nosso sofrimento hoje constitui o prelúdio daquele que os europeus ocidentais e cristãos vão sofrer no futuro próximo (…) vós acolheis em vossos países um número crescente de muçulmanos. (…) Vós deveis assumir posições fortes e corajosas (…) vossos valores não são os valores deles (…) Se vós não percebeis em tempo, vós vos tornareis vítimas do inimigo que recebestes em vossa casa”.
Mas, a Europa e o mundo cristão adormecido ficaram surdos às previsões do arcebispo Nona. Agora elas se tornaram realidade.
A agradável esplanada do restaurante, o belo passeio à beira-mar e agora uma pequena igreja provincial: já não há na França refúgio para se proteger do ódio dos islâmicos.
O arcebispo de Rouen apelou para a fraternidade e as mais altas autoridades do Estado invocaram a unidade nacional. Mas esses apelos humanistas não vão ajudar.
Os nossos algozes, escreve Burckhardt, querem nos apresentar sua própria interpretação da palavra “Islã”. E, em verdade, é uma versão única de arma na mão pingando nosso sangue. É claro que eles acham que em parte já ganharam.
O nosso hino nacional já não é cantado com vibração. A hierarquia eclesiástica descreve também como “vítimas” àqueles que vêm de assassinar brutalmente um de seus ministros, como diz o comunicado do arcebispo no site da diocese “Rouen Catholique”.
As sociedades doentes batem em aqueles que identificam a doença e receitam o remédio. Cantam as doçuras do “viver juntos”, mas falam com virulência sem precedentes contra os fabricantes de “ódio” e os semeadores de “divisão”, leia-se contra você e eu, que não aguentam mais tanta felonia.
Abre-se as igrejas para a comemoração do Ramadã, como fez a igreja de São João Batista, no bairro de Molenbeeck, Bruxelas, bairro de onde tinham saído os assassinos que poucos meses antes ceifaram dezenas de vidas no aeroporto e no metrô da capital belga. O ágape ecumênico foi noticiado pelo site da Igreja Católica na Bélgica.
Não há lugar para famílias cristãs mas sim para famílias muçulmanas no avião papal. Veja-se a notícia do “Le Journal du Dimanche”.
Saudamos como libertadores dos nossos “vícios” consumistas e capitalistas aqueles que vêm para tomar posse da terra de nossos antepassados. Ver por exemplo.
Finalmente, se nos inocula tranquilizantes confeccionados com argumentos ridículos: todos os muçulmanos não são terroristas, alguns deles estão entre as vítimas…
Sim, nem todos os muçulmanos são terroristas, mas todos aqueles que atualmente proclamam agressivamente o Islã, o são sem sombra de exceção.
Terão os jihadistas necessidade de uma insurreição geral da população muçulmana na Europa para atingir seus objetivos numa guerra civil?
Não. Eles só precisam do silêncio benevolente mas cúmplice – inclusive discreto – de sua comunidade e da passividade da nossa.
Alguns europeus exasperados pela incapacidade dos nossos governos poderão se envolver por sua vez em abusos visando muçulmanos.
Então surgirá entre eles a “necessidade” de uma unidade entre “moderados” e radicais de todas as arestas.
Aqueles que atualmente são 15% da nossa população serão tratados como se fossem a metade.
Para o retorno da “paz civil”, os muçulmanos serão sistematicamente aceitos em “diálogos de paz” que irão moldar o futuro dos nossos filhos.
O contador populacional vai continuar fazendo seu trabalho, o afluxo de “refugiados” prosseguirá, e então nós nos abaixaremos para agradecer a tolerância que os “mais moderados” vão mostrar para nós.
Se quisermos evitar esse cenário dantesco, é em Isabel a Católica expulsando os mouros de Granada que devemos procurar inspiração tão rapidamente quanto possível.
Caso contrário, a Europa em breve conhecerá o destino das cristandades outrora florescentes no Norte de África: em algumas décadas ela irá integrar o sinistro mundo regido pela Sharia: o Dar al-Islam.

terça-feira, 26 de julho de 2016

Religion of Peace: A Brief History of Islam - Brigitte Gabriel #islam #r...

Mais selvageria islâmica contra cristãos: Padre degolado na França

Padre morre e religiosa fica ferida em ataque a igreja na França.

26.7.2016 -UOL

Policiais e bombeiros chegam à igreja Saint-Étienne-du-Rouvray, em Normandia

  • Policiais e bombeiros chegam à igreja Saint-Étienne-du-Rouvray, em Normandia
Pelo menos três pessoas morreram após um ataque realizado na manhã desta terça-feira (26) em uma igreja em Saint-Etienne-du-Rouvray, nas proximidades de Rouen, na França. O refém morto é o padre Jacques Hamel, de 84 anos, que teria sido degolado.
As outras duas vítimas são os agressores, que foram "neutralizados" pelas forças de segurança, de acordo com o Ministério do Interior francês.
Além disso, uma religiosa foi hospitalizada em estado grave e um policial ficou ferido durante a operação.
Os criminosos teriam invadido a igreja portando facas e fizeram, além do padre e da fiel, duas freiras e outras pessoas presentes no local como reféns.
Uma terceira religiosa que conseguiu fugir avisou as autoridades, que rodearam o templo com agentes do corpo de elite da Brigada de Investigação e Intervenção (BRI) da Polícia.
Segundo a emissora pública "France Info", esta freira teria dito à polícia que os homens proferiram palavras islamitas ao entrar na igreja.
A seção antiterrorista da Promotoria de Paris assumiu a investigação e encomendou à Subdireção Antiterrorista (SDAT) e à direção geral da Segurança Interior (DGSI) as tarefas de apurar o caso. Os serviços de segurança procuram explosivos ocultos na igreja.
O presidente francês, François Hollande, original da vizinha cidade de Rouen, chegou a Saint-Étienne-du-Rouvray, acompanhado pelo ministro do Interior, Bernard Cazeneuve, e declarou que os sequestradores eram "terroristas" do Estado Islâmico.
"Estamos mais uma vez enfrentando um teste, a ameaça é muito elevada", disse Hollande, acrescentando que se trata "de uma guerra para ser conduzida por todas as frentes, no âmbito do respeito aos direitos". "Os terroristas querem nos dividir." 
O primeiro-ministro, Manuel Valls, expressou em uma primeira reação através de Twitter seu "horror" contra o "bárbaro ataque na igreja, que "fere a todos os franceses".
O papa Francisco lamentou o episódio e, segundo o porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi, está rezando pelas vítimas. O pontífice condenou "esta violência absurda" e "toda forma de ódio".
A França está em estado de alerta desde 13 de novembro do ano passado, quando ataques jihadistas deixaram 130 mortos e centenas de feridos na capital, Paris. A medida de segurança foi estendida após, no último dia 14, um homem ligado ao EI ter feito outras 84 vítimas em Nice. (Com agências internacionais)

segunda-feira, 11 de julho de 2016

A China x Igreja Católica

CHINESE GOV’T DEFAMES FRENCH MISSIONARY MARTYR

NEWS: WORLD NEWS

AddThis Sharing Buttonsby Joseph Pelletier  •  ChurchMilitant.com  •  July 11, 2016    0 Comments

Maintains St. Auguste Chapdelaine was womanizer, spy, insurrectionist

DINGAN, China (ChurchMilitant.com) - The Chinese government is demonizing a French missionary martyr. 
In the district of Dingan, a county in the Chinese Hainan province, a museum is scheduled to opencelebrating the murder of French priest Auguste Chapdelaine as being an act of "patriotism," as, according to the country's Communist Party, the saint was a womanizer, insurrectionist and spy for the Catholic Church.
The display in the Dingan museum, the location of Chapdelaine's 1856 martyrdom, features Catholic vestments and sacramentals alongside life-size exhibits showcasing the priest's torture and execution. A mural located outside of the building displays the missionary trapped in a cage intended to slowly suffocate its victims. 
The display aims to reveal the true history of the saint's mission, claims vehemently contested by Chinese historians, as being an operation of rape, assault and exploitation. 
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The martyrdom of St. Auguste Chapdelaine
“He was evil,” accused an unnamed man, working to ready the museum. “He was the reason you [Western nations] invaded us.” The execution of St. Auguste is largely seen as a catalyst for France's cooperation in the British led invasions of China, known as the Second Opium War. 
Communist officials within Dingan County have also contracted filmmakers to create a two-hour long documentary highlighting the saint's alleged misconduct. "Father Ma [the local name of St. Auguste] was not a simple missionary,” alleges Liang Shuikang, CEO of the film company. “His so-called ‘baptism’ was taking other people’s wives and sleeping with them first."
“We are going to restore the true story of history,” he continues, noting the primary goal of the displays are to boost Chinese patriotism and  “make the motherland into a great power."
Chinese historians are decrying the endeavors, with Yuan Weishi, a historian and retired professor at Sun Yat-sen University in Guangzhou, labeling Chapdelaine's murder as a "shame to China”.
Blaming a recent surge in "national sentiment," Yuan scolded academics who "promote under the name of patriotism what they think are heroic deeds by China," but in actuality are "wrong and ignorant."
“They believe he’s an evil man, but we don’t see him that way,” noted a Catholic villager from Dingan.  
The Catholic Church in Dingan is constantly under scrutiny from the local Communist authorities, who hurl accusations of "tricking ordinary people" into buying the “spiritual opium” that is the Catholic faith.
Father Wei, a priest stationed in Dingan, echoes the villager's sentiments. “How could Father Ma be that bad?" he asked. "People think that just because of the propaganda, but it makes life difficult for us.”
The youngest of nine children, Chapdelaine was born in 1814 outside of Normandy and was ordained to the priesthood in 1843; the priest was soon sent to join a mission in the Guangxi province of China, where hundreds were converted to the Faith. Following multiple arrests and releases, Chapdelaine was taken captive along with several other Chinese Catholics in 1856. Accused of insurrection, the missionary was then subjected to days of tortures and offered bribes for his release, which he rejected. 
After spending time locked in a small cage that slowly restricted his breathing, the priest died and was beheaded. 
His beatification came in 1900, with Pope St. John Paul II canonizing him in 2000, along with 120 Christian martyrs who died at the hands of the Chinese. 

Joseph Pelletier is a staff writer for ChurchMilitant.com.

sexta-feira, 13 de maio de 2016

O Islam é uma religião satânica: execução de crianças pelo ISIS

ISIS CHILD EXECUTIONS, TORTURES ROCK SYRIA

NEWS: WORLD NEWS
by Joseph Pelletier  •  ChurchMilitant.com  •  May 12, 2016
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Seven-year-old boy executed by firing squad, young girl locked in cage with skeletons

RAQQA, Syria (ChurchMilitant.com) - An outbreak of ISIS-ordered child executions and tortures are sending shock waves through Syria.

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ISIS militants celebrating in Raqqa

Reports released Wednesday reveal details about the March execution of a Syrian Muslim boy, found guilty before the Islamic State Sharia court in Raqqa, Syria of blasphemy. Reports also detail the subjugation of a young Muslim girl to torture.
According to Asia News, seven-year-old Muaz Hassan was accused by an ISIS militant of blaspheming against the "divine essence" while playing football with friends. Prior to being sentenced to death, Hassan was declared to be an infidel and held in prison for a brief period of time. The public sentencing took place Friday, March 6 in the Duwar el Naiim square of Raqqa, before Hassan was dragged, bound hand and foot, in front of a crowd of hundreds of onlookers, many of whom were forced to attended against their will. Executioners than proceeded to shoot Hassan to death in front of his parents, his mother fainting from shock.
Sources within Syria reveal the public execution sent shock waves through the Syrian population, even extending to the leadership of ISIS, asserting that "cracks" are "beginning to emerge" within the governing body of the Islamic State in direct response to the murder of Muaz Hassan.

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A 2014 public execution in Raqqa

Further discord followed the proclamation of punishments reserved for young Muslim females who do not observe the strict dress code. In April, a young girl in Raqqa was caught by ISIS militants without a head-cover as she was cleaning stairs in her family's building. As punishment the girl was brought to the public square and locked in a cage containing the skeletons of prisoners killed by the Islamic State.
Following hours of screaming and begging to be freed the girl passed out and was left in the cage for another hour before being taken to a hospital in Raqqa. Reports indicate she remains unresponsive. 
The division within the ISIS hierarchy has only been worsened with Raqqa, the self-proclaimed capital of the Caliphate, declaring a state of emergency, as Syrian Armed Forces and Allies close in on the city. Reports assert ISIS has "relocated scores of its forces" and is currently evacuating without "any flag of the group" for fear of air strikes. 
ISIS had taken complete control of Raqqa in January 2014, quickly rounding up and murdering alleged supporters of Syrian president Bashar al-Assad and destroying Shia mosques and Christian churches. One church in particular, the Armenian Catholic Church of the Martyrs, was spared but converted into an ISIS headquarters building. 
Since the initial takeover, the Christian population of Raqqa has largely disappeared.  

terça-feira, 10 de maio de 2016

Genocídio de cristãos continua

Ex-ministra iraquiana denuncia genocídio dos cristãos

Pascale Warda, presidente atual da Organização Hammurabi para os Direitos Humanos afirmou a necessidade urgente das Nações Unidas reconhecerem tais crimes
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Fundação AIS
Em Portugal, nesse último fim de semana, Pascale Warda, presidente atual da Organização Hammurabi para os Direitos Humanos afirmou a necessidade urgente das Nações Unidas reconhecerem, sem margem para dúvidas, o “genocídio” dos cristãos e de outras minorias religiosas no Médio Oriente como consequência da perseguição levada a cabo por grupos jihadistas.
Warda, ex-ministra iraquiana e destacada ativista católica dos direitos humanos, fez uma das principais intervenções no 3º Encontro Nacional de Leigos, que reuniu cerca de sete centenas de participantes na cidade alentejana, e em que falou da necessidade de se “proteger os nossos irmãos perseguidos”.
Além de ter denunciado a situação de genocídio em que se encontram as comunidades cristãs nos territórios ocupados atualmente pelos jihadistas, Pascale Warda recordou ainda os genocídios de arménios e caldeus em 1915, sob o Império Otomano, que ocorrerem perante o que classificou como tendo sido o “silêncio” cúmplice da comunidade internacional.
Um silêncio que se repetiu em 1988, quando mais de duas centenas de aldeias cristãs – incluindo a sua – foram “completamente arrasadas com os seus mosteiros e igrejas”, pelas forças do regime de Saddam Hussein.