domingo, 26 de abril de 2015

A destruição do Cristianismo pelos muçulmanos, na Nigéria.

Igreja destruida na Nigéria
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Fratres in Unum.com: “Cabe a Deus a vingança e a retribuição”, de acordo com Dom Oliver Dashe Doeme, bispo de diocesano de Maiduguri, Nigéria, falando à agência de notícias da Ajuda a Igreja que Sofre. Durante a Semana Santa, o bispo visitou as paróquias destruídas pelos maometanos terroristas do Boko Haran, que têm disseminado o ódio e a destruição no país africano. Os fiéis visitados demonstraram um grande anseio em receber o Sacramento da Confissão e o senhor bispo, juntamente com os padres que o acompanhavam, atendeu, em muitas delas, os penitentes por mais de três horas.
Em uma série de Missas pela Reconciliação e Reparação, Dom Dashe encarajou os fiéis a permanecer firmes na fé, apesar dos sofrimentos que têm experimentado. Ele os instou a seguir o exemplo de Cristo e a perdoar os terroristas por seus sacrilégios e ódio.
Créditos: Arquidiocese de Melborne – 

segunda-feira, 20 de abril de 2015

DEGOLA DE CRISTÃOS NA SÍRIA. JÁ NÃO É MAIS NOTÍCIA, É ROTINA.

Terror! Estado Islâmico publica vídeo com execução de cristãos

19/4/15
O vídeo mostra cerca de trinta homens, supostamente cristãos etíopes, sendo executados por jihadistas na Líbia
O grupo Estado Islâmico (EI) publicou neste domingo (19), em sites jihadistas, um vídeo mostrando cerca de trinta homens, supostamente cristãos etíopes, sendo executados por jihadistas na Líbia.
O vídeo, de 29 minutos, mostra um grupo de pelo menos 16 homens decapitados em uma praia e um outro grupo de 12 pessoas sendo mortas baleadas em uma área de deserto. Eles são identificados como membros da “Igreja etíope inimiga”.
Nas imagens homens, apresentados como cristãos sírios, aparecem explicando que os jihadistas lhes deram a opção de se converterem ao Islã ou pagar uma multa, e que eles decidiram dar dinheiro.
O EI controla áreas inteiras da Síria e do Iraque, onde proclamou um califado, em que multiplica assassinatos e execuções. Alguns desses atos são filmados em vídeo e transmitidos – como o deste domingo – como forma de propaganda para os jihadistas.


Naufrágio no Mar Mediterrâneo pode ter matado 700 pessoas

JAMIL CHADE - O ESTADO DE S. PAULO
19 Abril 2015 | 06h 28

Se mortes forem confirmadas, será o maior naufrágio da história da travessia de imigrantes; Itália denuncia 'novo tráfico de escravos'

Atualizado às 14h00.
GENEBRA - O Mar Mediterrâneo vive seu pior acidente envolvendo imigrantes e o desaparecimento de cerca de 700 pessoas mergulha a Europa em uma crise política. Na noite entre sábado e domingo, um velho pesqueiro de 30 metros que cruzava o mar com imigrantes irregulares naufragou e, por enquanto, apenas 28 pessoas foram resgatadas com vida. Para líderes, a Europa vive um fluxo de imigração de "proporções épicas" e um novo "tráfico de escravos".
O bloco anunciou uma reunião de emergência de seus líderes para a semana diante da constatação de que o ano já soma 1,6 mil mortes, 30 vezes as taxas de 2014.  Mas o novo acidente levou o papa Francisco a fazer duras críticas, enquanto a ONU acusou os governos europeus de não agir para não perder votos em eleições.
Segundo a ONU, testemunhas que sobreviveram indicaram que o barco continha até 700 pessoas. Se confirmado, esse seria o maior desastre já registrado no mar que, nos últimos anos, passou a ser o caminho usado por milhares de africanos e árabes para chegar até a Europa.
Esse é também o segundo desastre de grande escala no Mediterrâneo em apenas uma semana, gerando séria pressão contra governos europeus. Há oito dias, outros 400 imigrantes não sobreviveram em mais um naufrágio. A pobreza na África, mas também a guerra na Síria, no Iraque, a instabilidade na Somália, o caos político no Iêmen tem contribuído para um salto no número de pessoas tentando chegar até a Europa e saindo, na maioria dos casos da costa da Líbia.
No acidente deste fim de semana, o barco teria virado 27 quilômetros da costa da Líbia e 220 quilômetros de Lampedusa, ilha no Sul da Itália. Segundo testemunhas, o naufrágio teria ocorrido quando os imigrantes avistaram um barco comercial de bandeira portuguesa e tentaram chamar a atenção, correndo todos para o mesmo lado. Organizado por grupos criminosos, a travessia usa barcos em estado crítico e que não teriam condições de viagem.
A marinha de Malta e da Itália, assim como barcos comerciais, atuam nas buscas e o governo de Mateo Renzi em Roma convocou uma reunião de emergência.
Crise. Renzi quer um encontro de todos os líderes europeus, o que segundo ele teria o apoio de Barack Obama.  Mas o debate sobre o destino dos imigrantes reabriu uma crise dentro do bloco. Para os países do Sul, a UE precisa garantir a volta de uma operação sistemática de resgates, mas também aceitar que os estrangeiros devem ser repartidos entre os 28 países do bloco. "Essa é uma tragédia europeia e não é apenas um problema da Itália", declarou o italiano, que ligou para François Hollande, Angela Merkel e David Cameron ontem pedindo apoio.
"Essa é uma questão política diante de um massacre. Não podemos usar uma visão burocrática de que esse é um problema de outros. Não podemos mais usar de demagogia. Estamos diante de uma grande pressão internacional", alertou Renzi.
Mas a proposta italiana tem encontrado resistência pelos países do norte que preferem não ter a responsabilidade de receber esses imigrantes. "Temos dito muitas vezes a frase "Nunca Mais", declarou Federica Mogherini, chefe da diplomacia da UE. "Chegou a hora de que a Europa trate dessas tragédias sem demoras", defendeu. Amanhã, os ministros de Relações Exteriores do bloco se reúnem para lidar com o caso.
"O que está ocorrendo tem proporções épicas", alertou o primeiro-ministro de Malta, Joseph Muscar. "Se a Europa continuar a se fazer de cega, seremos todos julgados da mesma forma que a Europa julgou a Europa quando virou a cada diante do genocídio", alertou.
Em Paris, Hollande preferiu mudar o foco do debate, preferindo atacar os grupos criminosos que organizam as travessias. Para ele, se de fato um reforço do resgate precisa ocorrer, ele também defende que haja "uma luta ainda mais intensa contra as pessoas que colocam os imigrantes nos barcos".  "Eles são traficantes e até terroristas", disse.
Renzi também deixou claro que a luta passa por um diálogo com o governo da Líbia para tentar conter a saída de imigrantes e lutar contra os traficantes. "Esse é o novo tráfico de escravos", disse. "Não adiante apenas colocar mais dez barcos para resgatar. No momento da tragédia, havia um barco atuando no resgate. Precisamos impedir que essas pessoas saiam de seus portos. Se não solucionarmos a situação líbia, não haverá uma solução", insistiu.
Na Líbia, que vive um caos político, apenas três navios estão em funcionamento para monitorar a costa. Emu ma semana, mais de 60 barcos de imigrantes deixaram sua costa.

sábado, 18 de abril de 2015

18/4/15

A polícia italiana prendeu 15 homens suspeitos de obrigarem 12 imigrantes cristãos de pularem de um barco em pleno Mediterrâneo durante uma travessia entre o continente africano e a costa da Itália.
De acordo com a polícia de Palermo, os homens presos eram da Costa do Marfim, do Mali e do Senegal. Eles serão acusados de múltiplo homicídio motivado por ódio religioso. Além de provocarem a morte dos imigrantes, que vinham da Nigéria e de Gana, eles ameaçaram outros cristãos que estavam no barco.
 
De acordo com a BBC, eles estavam entre 105 pessoas que viajam em um barco inflável vindos da Líbia. Segundo os sobreviventes, outros cristãos que estavam no barco relataram terem sido ameaçados.
Segundo a CNN, os outros passageiros se salvaram porque formaram um cordão humano que evitou que eles fossem lançados no mar.
O incidente agrava uma crise humanitária: segundo a Organização Internacional para a Migração (IOM, siga em inglês), cerca de 20 mil pessoas chegaram à costa italiana este ano - durante a travessia, mais de 900 pessoas morreram desde o começo de 2015.
 
No ano passado, foram 3.200 mortes registradas e, desde 2000, 22 mil pessoas morreram tentando chegar à Itália.
 
No ano passado, 170 mil pessoas fugiram da África e do Oriente Médio e realizaram a travessia, de pelo menos 500 km, até a Itália.
 


quarta-feira, 15 de abril de 2015

QUEIMADO VIVO POR SER CRISTÃO

Queimado por ser cristão, adolescente fica em estado grave no Paquistão

Um adolescente paquistanês está entre a vida e a morte em um hospital no leste do Paquistão depois que dois jovens tentaram queimá-lo vivo supostamente por ser cristão, segundo informaram fontes oficiais à Agência Efe na terça-feira.
"Nauman Masih está em situação muito crítica e respirando com a ajuda de aparelhos, com 55% do corpo queimado", disse o superintendente médico do Hospital Mayo de Lahore, o doutor Amjad Shehzad.
O médico explicou que, "quando 55% do corpo está queimado, há menos possibilidades de sobreviver" e que Masih "pode falar, mas não confortavelmente".
O inspetor policial Safdar Ali disse que o ferido o contou que "dois homens jovens encapuzados o pararam e perguntaram a que religião pertencia".
"Quando respondeu que era cristão, foi agredido e atiraram querosene e atearam fogo nele", explicou o porta-voz policial.
O fato ocorreu na sexta-feira em Lahore, capital da província de Punyab, onde no mês passado um ataque com bombas contra duas igrejas reivindicado pelo grupo insurgente Jamaat-ul-Ahrar (JuA) causou a morte de 15 pessoas e deixou 75 feridos.
Em novembro, um casal cristão foi assassinado nesta província e seus foram corpos queimados por um grupo que o acusou de profanar o Corão.
O Paquistão é uma república islâmica na qual quase 97% de seus 180 milhões de habitantes são muçulmanos e apenas 1,5 % são cristãos. 

sábado, 4 de abril de 2015

O Islã massacra cristãos de novo: Quênia


Ataque do Al-Shabab deixa 147 mortos (cristãos) em universidade no nordeste do Quênia

O ESTADO DE S. PAULO
02 Abril 2015 | 09h 05

Militantes atacaram dormitórios e tinham como alvo cristãos da Universidade Garissa; pelo menos 79 pessoas ficaram feridas


(Atualizado às 15h33) NAIRÓBI - Integrantes do grupo extremista Al-Shabab atacaram uma universidade no nordeste do Quênia na manhã desta quinta-feira, 2, matando 147 pessoas, segundo o ministro do Interior, Joseph Nkaissery. Outras 79 ficaram feridas. O ataque teve como alvo os cristãos que estudam na Universidade Garissa, disseram testemunhas.
De acordo com as forças de segurança quenianas, os atiradores foram cercados em um dos dormitório da universidade, onde reféns foram mantidos pelos extremistas. À agência Associated Press, sobreviventes descreveram cenas angustiantes: as pessoas foram impiedosamente alvejadas e disparos eram ouvidos enquanto as vítimas corriam para tentar salvar suas vidas.
Collins Wetangula, vice-presidente do grêmio estudantil, disse que estava se preparando para tomar banho quando ouviu disparos vindos de um dormitório a 150 metros do local onde ele estava, que é habitado tanto por homens quanto por mulheres. O campus tem seis dormitórios e pelo menos 887 alunos, afirmou Wetangula.

ATAQUE DO AL-SHABAD DEIXA MORTOS NO QUENIA
Reuters TV
Veículos de emergência se dirigem até a universidade

O estudante disse que assim que ouviu os tiros trancou-se com outros três colegas em seu quarto. "Tudo que pude ouvir foram passos e disparos. Ninguém gritava porque as pessoas achavam que isso faria com que os atiradores soubessem onde estavam", afirmou. "Os homens diziam a frase 'sisi ni al-Shabab' (que em swaihi significa 'somos do Al-Shabab')", relatou Wetangula.
Quando os atiradores chegaram em seu dormitório, ele pôde ouvi-los abrindo portas e perguntando se as pessoas que estavam escondidas eram muçulmanos ou cristãos. "Se você fosse cristão, era alvejado ali mesmo. A cada disparo eu achava que iria morrer."
Os extremistas começaram a disparar rapidamente, como se houvesse troca de tiros, explicou Wetangula. "Em seguida, vimos, pela janela de trás de nossos quartos pessoas usando uniformes militares que se identificaram como soldados quenianos", disse o estudante. Os soldados retiraram o líder estudantil e outras 20 pessoas do local.
Um porta-voz do Al-Shabab assumiu a autoria do ataque. Ali Mohamud Rage disse numa emissora de rádio que os combatentes do grupo realizam uma "pesada" operação militar no interior do campus.
No momento em que o ataque começou, às 5h30 (horário local), as orações matutinas já haviam começado na mesquita da universidade, onde as pessoas não foram atacadas, segundo o estudante Augustine Alanga, de 21 anos. / AP e REUTERS

Folha de São Paulo 4.4.15

Terroristas do Al Shabaab enganaram estudantes antes de matá-los

Escondida e imobilizada pelo medo, Elosy Karimi ouvia tiros pipocando por todos os lados. Era madrugada, o escuro era total, e homens armados da facção islâmica Al Shabaab haviam acabado de invadir o alojamento da universidade de Garissa.
"Se quiserem sobreviver, saiam", gritaram os milicianos. "Se quiserem morrer, fiquem aí dentro!"
Karimi, 23, decidiu se arriscar e ficar em seu alojamento. Passou as próximas 28 horas escondida num espaço minúsculo no teto sobre sua beliche. "Eu sabia que eles estavam mentindo", disse.
Na sexta (3), quando cinco suspeitos foram presos, novos detalhes vieram à tona sobre como milicianos do Al Shabaab, parcamente armados, conseguiram matar 147 estudantes no pior ataque terrorista no Quênia desde 1998.
Os sobreviventes contaram que muitos estudantes foram enganados, saindo dos alojamentos voluntariamente e obedecendo aos comandos de se deitarem em fileiras apenas para levarem tiros na cabeça.
Alguns terroristas também mandaram os jovens ligarem para suas famílias para lhes dizer que o ataque era uma represália pela intervenção militar queniana na Somália.
O ataque na quinta (2) deixou claro como o Quênia é impotente diante de uma organização terrorista impiedosa. Muitos temem que o país não tenha capacidade de barrar o Al Shabaab, que justificou o ataque dizendo que a universidade "disseminava o cristianismo e os infiéis".
"O atentado foi de baixa tecnologia, teve baixo custo, os riscos eram pequenos e os alvos eram fáceis", disse o analista Kenneth Menkhaus.
Os 682 quilômetros de fronteira entre a Somália, berço do Al Shabaab, e o Quênia praticamente não são vigiados –nem os quenianos possuem recursos para isso.
Os poucos guardas que participam de algumas patrulhas são notoriamente corruptos. Pelo preço certo, deixam passar produtos contrabandeados, caminhões carregados de armas e praticamente qualquer outra coisa.
"É muito difícil, para um país aberto como o Quênia, impedir ataques terroristas", disse Menkhaus. 

quarta-feira, 25 de março de 2015

Crucificação de crianças pelo Estado Islâmico

Terrorismo

Estado Islâmico vende, crucifica e enterra crianças vivas no Iraque

Agência da ONU denuncia barbáries cometidas por grupo terrorista contra menores, também usados em ataques suicidas e como escudos humanos

Crianças da minoria Yazidi, fugidas da violência na cidade iraquiana de Sinjar oeste de Mosul, refugiam-se na província de Dohuk, no Iraque
Crianças da minoria yazidi que fugiram da cidade iraquiana de Sinjar, refugiam-se na província de Dohuk, no Iraque (Ari Jalal/Reuters)
A cada dia surgem novas informações sobre o vasto leque de atrocidades cometidas pelos terroristas do Estado Islâmico. Nesta quarta-feira, a ONU denunciou mais barbáries contra crianças iraquianas sequestradas: elas são vendidas em mercados como escravas sexuais e muitas são mortas, crucificadas ou enterradas vivas, segundo o Comitê das Nações Unidas para os Direitos da Criança.
Meninos iraquianos menores de 18 anos estão cada vez mais sendo usados pelos jihadistas em ataques suicidas, como fabricantes de explosivos, informantes ou escudos humanos para proteger instalações contra ataques aéreos.
A agência da ONU denunciou "a matança sistemática de crianças pertencentes a minorias religiosas e étnicas cometida pelo assim chamado Estado Islâmico, incluindo vários casos de execuções coletivas de meninos, assim como relatos de crianças decapitadas, crucificadas e enterradas vivas".
"Estamos profundamente preocupados com a tortura e o assassinato destas crianças, especialmente daquelas que pertencem a minorias, mas não só das minorias", disse Renate Winter, especialista do comitê, em boletim à imprensa. "A abrangência do problema é enorme”.
Crianças da minoria yazidi ou de comunidades cristãs, e também xiitas e sunitas, têm sido vítimas da selvageria do EI. "Temos tido relatos de crianças, especialmente crianças com problemas mentais, que foram usadas como homens-bomba, muito provavelmente sem sequer entender a situação", declarou a especialista à agência de notícias Reuters. "Foi publicado um vídeo [na Internet] que mostrava crianças de muito pouca idade, aproximadamente 8 anos ou mais novas, já sendo treinadas para serem soldados."
Um grande número de crianças foi morto ou ficou seriamente ferido durante ataques aéreos ou bombardeios das forças de seguranças iraquianas, e outras morreram de "desidratação, inanição e calor", acrescentou o comitê. Além disso, o Estado Islâmico cometeu "violência sexual sistemática". "Crianças de minorias têm sido capturadas em vários lugares... vendidas no mercado com etiquetas, etiquetas de preço nelas”, disse Renate Winter.
Um relatório elaborado por dezoito especialistas independentes pede às autoridades iraquianas que adotem todas as medidas necessárias para "resgatar as crianças" sob controle do grupo terrorista e processar os criminosos.
Queimado vivo – O Estado Islâmico divulgou nesta terça-feira um novo vídeo macabro mostrando o piloto jordaniano Moaz Kesasbeh sendo queimado vivo dentro de uma jaula. Ele foi levado pelos terroristas no final de dezembro, depois que o avião que pilotava caiu na região de Raqqa, na Síria. Antes do piloto, os jihadistas haviam decapitado vários reféns, incluindo dois japoneses executados em janeiro.

Povos perseguidos pelos jihadistas no Iraque e na Síria

1 de 5

Cristãos

Cristãos iraquianos buscam abrigo na igreja de São José, em Erbil, no norte do Iraque depois de fugirem de suas aldeias invadidas por terroristas
O número de cristãos no Iraque caiu de aproximadamente 1,5 milhão em 2003 para algo entre 350.000 e 450.000 atualmente, estimativa que corresponde a menos de 1% dos habitantes do país. A maioria vive na província de Nínive, no norte do país. Além de Qaraqosh – a maior cidade cristã do país, tomada pelos jihadistas em 7 de julho –, outros locais como Bartella, Al Hamdaniya e Tel Kef também abrigam cristãos.
Os cristãos no país são de diversas etnias e denominações, mas a maioria é de católicos assírios ou caldeus – uma das várias igrejas iraquianas com nomes que remontam às origens do cristianismo –, descendentes de povos da Mesopotâmia que falam aramaico.


(Com agência Reuters)

Apelo na ONU dos cristãos perseguidos pelo EI

25/03/2015 

Onu, i cristiani perseguitati in Consiglio di sicurezza

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New York. Il palazzo dell'Onu
NEW YORK. IL PALAZZO DELL'ONU

Venerdì 27 una sessione sulle minoranze minacciate in Medio Oriente. A Palazzo di Vetro interverrà anche il patriarca dei caldei Louis Sako

GIORGIO BERNARDELLIROMA

Approda al Consiglio di sicurezza dell’Onu la situazione dei cristiani perseguitati in Medio Oriente. Per venerdì mattina a New York è convocata una sessione del massimo organismo delle Nazioni Unite che - su proposta della Francia, attuale presidente di turno del Consiglio - dibatterà la condizione delle minoranze nella regione sconvolta dalle violenze dei fondamentalisti islamici. Per portare la testimonianza sul dramma specifico che stanno vivendo i cristiani dell’Iraq, a Palazzo di vetro per questo appuntamento è atteso  anche il patriarca dei caldei, Raphael Sako.

L’intenzione di convocare una sessione del Consiglio di sicurezza sul tema delle minoranze perseguitate in Medio Oriente era stata annunciata all’inizio del mese dal ministro degli Esteri francese, Laurent Fabius, durante una visita a Rabat. Erano i giorni immediatamente successivi alla strage dei copti in Libia. Il 13 marzo poi - a rilanciare ulteriormente il tema - è arrivata la dichiarazione congiunta presentata da Vaticano, Russia e Libano al Consiglio per i diritti umani di Ginevra e sottoscritta da 65 Paesi membri dell’Onu.   «Chiediamo alla comunità internazionale - si legge nel testo - di sostenere la presenza di tutte le comunità etniche e religiose che hanno profonde radici storiche in Medio Oriente». Comunità «che vedono minacciata la loro stessa esistenza dal cosiddetto Stato Islamico (Daesh) da al Qaida e dai gruppi terroristici affiliati, sconvolgendo la vita di tutte queste comunità e creando il rischio di una scomparsa totale dei cristiani».

Il dibattito al Consiglio di sicurezza dell’Onu sarà il primo in assoluto dedicato alla persecuzione dei cristiani. E arriva dopo che più volte in questi mesi le comunità cristiane locali hanno denunciato la mancanza di risposte da parte della comunità internazionale. Proprio dall’Iraq - in queste ultime settimane - sono giunte nuovamente le immagini delle croci abbattute dalle chiese e di antichissimi monasteri fatti saltare in aria dal cosiddetto Stato Islamico.

Il tutto mentre da ormai più di nove mesi  migliaia di cristiani costretti a fuggire in fretta e furia da Mosul e dalla Piana di Ninive senza poter portare nulla con sé si trovano a vivere in condizioni insostenibili in Kurdistan. Ed è un problema che va anche al di là della questione contingente del Califfato: appena qualche giorno fa, intervenendo davanti al parlamento, proprio il patriarca Sako ha chiesto alle autorità irachene il varo di una legge per perseguire penalmente i predicatori religiosi che istigano alla violenza. E ha anche espresso profonda preoccupazione per le nuove migliaia di famiglie innocenti che oggi si trovano senza alcuna assistenza a dover fuggire dalle aree che l’esercito iracheno, con l’appoggio delle milizie iraniane, sta cercando di strappare allo Stato islamico.