sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

O munda está louco

Boko Haram já matou 2.000 em cidade na Nigéria, diz Anistia

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No "massacre mais mortal" de sua história, o grupo radical islâmico Boko Haram já matou cerca de 2.000 mil pessoas em Baga, no noroeste da Nigéria, informou a Anistia Internacional, com base em relatos, nesta sexta-feira (9)
A local é alvo de ataques desde que as forças de segurança localizadas em uma base do exército nas redondezas fugiram após uma ofensiva feita pelo grupo no sábado (3).
Nesta quarta (7), os extremistas atearam fogo a estabelecimentos comerciais e se aproveitaram da ausência do exército para atacar aldeias vizinhas.
Boko Haram/AFP
Trecho de vídeo enviado pelo Boko Haram mostra o líder do grupo com integrantes da milícia
Trecho de vídeo enviado pelo Boko Haram mostra o líder do grupo com integrantes da milícia
O porta-voz do governo Mike Omeri disse que os combates continuam nesta sexta.
Um representante dos civis afirmou à Associated Press que a maioria das vítimas é composta por crianças, mulheres e idosos, que não puderam correr rápido o suficiente durante ataques com granadas e fuzis na cidade.
O Boko Haram ( "a educação ocidental é proibida", em português) luta para refundar um califado islâmico na Nigéria.
Desde 2009, a violência do grupo e sua repressão pelas forças de segurança fizeram 13 mil mortos e mais de um milhão de deslocados. 

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Mais notícias que viraram rotina.

Relatório documenta o que a mídia em geral deixa de noticiar.

Houve uma onda de violência anti-cristã realizada por muçulmanos ao redor do mundo, o que incluiu a destruição de cerca de 200 igrejas cristãs na Nigéria durante um curto período por volta de outubro, de acordo com um novo relatório do Instituto GateStone.
A organização de Raymond Ibrahim, um especialista em islamismo e Oriente Médio que tem documentado suas descobertas no livro “Crucificados de Novo: Desmascarando a Nova Guerra do Islamismo Contra os Cristãos”, apresentou uma estimativa da recente onda nesta sexta-feira.
"Em apenas dois meses, de agosto a outubro, cerca de 200 igrejas cristãs foram destruídas na Nigéria pela organização islâmica Boko Haram e pelos seus aliados muçulmanos, depois que eles capturaram cidades e aldeias nos estados do nordeste de Borno e Adamawa", disse o relatório. "Nas palavras do Rev. Gideon Obasogie, o diretor de Comunicação Social Católica da Diocese de Maiduguri no estado de Borno, "a tomada do território pelo grupo, em ambos os estados, deixou 185 igrejas incendiadas e mais de 190.000 pessoas deslocadas devido o [Boko Haram]".
Ibrahim comentou que, "também em outubro, o Centro de Estudos do Cristianismo Global nos Estados Unidos concluiu que, ‘cerca de 100.000 cristãos são assassinados anualmente por causa de suas crenças religiosas, ou seja, um a cada cinco minutos. Além disso, em muitos países, muitas outras minorias religiosas sofrem violência e perseguição. Em países como o Iraque, Síria, Nigéria, Camarões, Sudão, Paquistão, Somália e Egito, os cristãos idosos, mulheres, homens e seus filhos vivem em condições de total insegurança. Eles são expulsos de suas casas; jogados na prisão por blasfêmia e brutalmente mortos durante as celebrações litúrgicas, as igrejas são queimadas. As meninas são raptadas e forçadas a se casarem’".
Entre os outros incidentes de violência muçulmana contra os cristãos, durante esse período de outubro, que foram descobertos por Ibrahim incluem:
Um relatório da mídia árabe descreveu como uma "bomba caseira" explodiu ao lado da Igreja Evangélica de Deus em Minya, no alto Egito. O relatório disse que não houve vítimas.
E na Alemanha, uma "Igreja Cristã Copta no país europeu foi atacada e incendiada". De acordo com o relatório, "O prefeito de Berlim condenou o ataque e o incêndio deliberado da Igreja Ortodoxa Copta Santo Shenouda e Santo Atanásio em Berlim por extremistas ..."
Em seguida, no Iraque, houve atentados que "atingiram e devastaram a Igreja da Ressurreição, perto da cidade de Qaraqosh. O local de culto cristão estava sendo usado como base para os jihadistas, que tinham derrubado a cruz do telhado do edifício".
Nas Filipinas, "Um ataque com granadas em uma igreja durante o culto deixou duas cristãs mortas – Felomina Ferolin, uma enfermeira de 54 anos de idade, e a professora Gina Cabilona, de 39 anos de idade – e a outros três feridos". De acordo com as informações coletadas, "Dois homens em uma moto dispararam um lançador de granadas na porta da Igreja Unida de Cristo antes de fugirem".
E, de acordo com o relatório de Ibrahim, no Sudão, a "força aérea lançou quatro bombas em uma Igreja Episcopal ... nas Montanhas de Nuba". Um pastor relatou que toda a propriedade foi dizimada.
Os ataques, por vezes, assumiram a forma de decisões judiciais, relatou Ibrahim.
Ele disse que no Irã, três cristãos foram condenados a seis anos de prisão por estarem envolvidos em igrejas domésticas. Jason Demars, do Ministério Present Truth, disse no relatório que as autoridades iranianas querem "silenciá-los – depois querem levá-los para longe em um local onde seja difícil de se chegar, para que as suas famílias não os encontrem".
E, no Cazaquistão, dois homens cristãos, Vyacheslav Cherkasov e Zhasulan Alzhanov, receberam penas de prisão por distribuírem literatura cristã depois que as autoridades alegaram que um dos livros incitava ao ódio religioso.
O livro era "Jesus: Mais que um Profeta", que é uma coleção de testemunhos de pessoas que fugiram do islamismo para o Cristianismo.
Ibrahim relata que no Líbano, um cristão convertido do islamismo foi forçado a esconder-se porque o seu pai e os seus irmãos estavam procurando-o para "cortarem a minha garganta".
O relatório GateStone disse que na Malásia, um líder muçulmano estava convocando o povo para encontrar Bíblias e queimá-las.
E no Paquistão, um tribunal confirmou a pena de morte para Asia Bibi, uma mãe cristã que foi acusada de blasfêmia.
No Sudão, um muçulmano convertido ao Cristianismo escapou de um atentado contra a sua vida, quando um homem armado entrou em sua casa e abriu fogo. E no Uzbequistão, um homem cristão foi multado em 50 vezes o salário mínimo mensal do país por ter "literatura religiosa".
Ibrahim escreve que em seu relatório, a compilação não pretende ser exaustiva.
"Embora nem todos, ou mesmo a maioria, dos muçulmanos estejam envolvidos, a perseguição aos cristãos está se expandindo. O relatório 'A Perseguição Muçulmana aos Cristãos' foi desenvolvido para reunir alguns – não todos – dos casos de perseguição que vêm à tona a cada mês. Ele documenta o que a mídia em geral muitas vezes deixa de noticiar. Ele argumenta que essa perseguição não é aleatória, mas sistemática, e ocorre em todas as línguas, etnias e locais", explicou ele.

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Mais da cultura Islâmica.

Mulheres sequestradas por jihadistas preferem o suicídio ao estupro

Quando chegou o momento fatídico, Jilan, de 19 anos, decidiu tirar a própria vida antes de ser violentada por jihadistas do grupo Estado Islâmico (EI), como aconteceu com milhares de mulheres da etnia yazidi na região norte do Iraque.
Muitas mulheres, depois do sequestro pelo EI, preferem o suicídio ou a tentativa de suicídio antes de serem transformadas em escravas sexuais, afirma a organização Anistia Internacional (AI).
A minoria yazidi, considerada herege pelos jihadistas, é vítima das atrocidades cometidas pelos extremistas sunitas do EI, que assumiram o controle este ano de amplas faixas de território no norte do Iraque, incluindo a região de Sinjar, onde moram os yazidis.
De acordo com a ONG, os assassinatos, torturas, estupros e sequestros cometidos pelo EI contra os yazidis podem ser considerados limpeza étnica.
"Centenas, talvez milhares de mulheres foram obrigadas a se casar, foram vendidas ou oferecidas a combatentes jihadistas ou a simpatizantes do EI".
"Muitas dessas escravas sexuais são meninas, garotas de 14, 15 anos, ou até mais jovens", afirma Donatella Rovera, diretora da Anistia Internacional, que conversou com mais de 40 ex-reféns no Iraque.
Jilan cometeu suicídio por medo de ser estuprada, segundo o depoimento de outra refém, destacou a ONG.
"Um dia, eles nos deram roupas que pareciam vestidos de dança e nos disseram que devíamos nos lavar antes de nos vestirmos. Jilan se matou no banho", contou uma das meninas sequestradas junto com ela.
"Cortou os pulsos e se enforcou. Era muito bonita. Acho que ela sabia que um homem ia levá-la e se matou por isso", acrescentou a jovem.

Outra vítima explicou à Anistia Internacional que sua irmã e ela haviam decidido se matar durante a noite para escapar do casamento forçado, mas que outras duas mulheres, que acordaram com o barulho, impediram ambas.
"Amarramos um cachecol ao redor do pescoço e cada uma puxou o cachecol da outra o mais forte que conseguia, até eu desmaiar", disse Wafa, de 27 anos.
"O EI destruiu as nossas vidas", disse Randa, de 16 anos, capturada com a família e violentada por um homem que tinha o dobro de seu tamanho.
"É muito doloroso o que fizeram comigo e com a minha família".
Sofrimento terrível
Donatella Rovera alertou que "as consequências físicas e psicológicas do terrível sofrimento que essas mulheres suportaram são catastróficas".
"Muitas delas são torturadas e tratadas como gado. Mesmo as que conseguiram fugir estão profundamente traumatizadas", relata.
O grupo Estado Islâmico intensifica as ações nas regiões sob seu controle na Síria, onde está presente desde 2013, e no Iraque, onde iniciou uma grande ofensiva em junho.
Os jihadistas reivindicam com orgulho a violência e divulgam na internet vídeos de decapitações.
Na edição de outubro, a revista de propagada do EI, Dabiq, expressou orgulho pelo restabelecimento da escravidão, com a oferta de mulheres e crianças yazidis como prêmio de guerra a seus combatentes.
A Dabiq explicou que "pessoas do Livro" (adeptos de religiões monoteístas como os cristão e os judeus) podem evitar as medidas com o pagamento de um imposto ou a conversão ao islã, mas que esta possibilidade não existe para os yazidis.
Para tornar a situação ainda mais difícil, o trauma das mulheres submetidas à escravidão é ainda maior por causa do estigma que cerca as vítimas de estupro.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

150 milhões de cristãos perseguidos pelo Islã

"Gostaríamos de informar que amanhã seremos mortos com nossas famílias."

"O número de cristãos perseguidos no mundo é de 150 milhões." Há muitas outras estatísticas, terríveis e dramáticas, nas páginas do "Livro Negro da Situação dos Cristãos no Mundo", uma iniciativa única de estudiosos franceses, coordenada pelo jornalista Samuel Lieven. Instantâneos de uma guerra global e amorfa.
Em particular, há uma estatística desconcertante: "80 por cento dos atos de perseguição religiosa no mundo são contra cristãos". Quantas vítimas? O Centro para o Estudo do Cristianismo Global traz a média de cem mil cristãos mortos a cada ano por sua fé ao longo da última década. Uma média de cinco cristãos a cada minuto.
Ontem, no Paquistão, dois cristãos, incluindo uma mulher grávida, foram queimados vivos no forno de tijolos, onde trabalhavam. Foi um massacre, com a participação de quatrocentos muçulmanos.
Haim Korsia, rabino-chefe da França, grita sua reação em face da disseminação do ódio contra os cristãos, e estabelece uma comparação com a destruição do judaísmo sefardita oriental:
"Onde estão as comunidades judaicas, uma vez tão ricas de Aleppo, Beirute, Alexandria, Cairo ou Trípoli? Onde estão as escolas de Nehardea e Pumbedita no Iraque? E onde está o florescimento do judaísmo em Esfahan e Teerã? Em nossa memória. Expulsos, mortos, dizimados, perseguidos e exilados, os cristãos do Oriente estão experimentando pessoalmente a mesma situação dos judeus com quem eles viveram por tanto tempo, e viram deixando esses lugares ".
A ONG Portas Abertas declarou que a perseguição no Iraque atingiu "proporções bíblicas". Terça-feira, em Roma, também foi apresentado o relatório anual de Ajuda à Igreja que Sofre. Ele disse que dos 20 países do mundo nos quais a liberdade religiosa é praticamente ausente, 14 são muçulmanos, e os outros ditaduras militares ou comunistas, como a Coréia do Norte. Estamos enfrentando o que Habib Malik, da Universidade de Stanford chama de "a última fase do declínio regional dos cristãos".
Hoje a cidade de Mosul parece ter sido engolida, como Jonas esteve no ventre da baleia.
"Entre 2003 e 2009, cerca de 800 cristãos foram executados [lá] a sangue frio, sem contar os cinqüenta mártires da catedral católica síria em Bagdá, incluindo dois padres, mortos em 31 de outubro de 2010. Até o momento, o número de cristãos mortos ultrapassa mil, incluindo um bispo e cinco padres. Mais de sessenta igrejas foram destruídas ".
No livro, um jihadista do Estado Islâmico fala ao telefone com o seu líder terrorista: "Eu tenho uma família de cristãos que não quer se converter, o que vamos fazer?" Uma frase que me fez lembrar dos pastores tutsi adventistas que, durante o genocídio em Ruanda, recorreram ao seu pastor com uma carta: "Gostaríamos de informar que amanhã seremos mortos com nossas famílias."
Há os cristãos de Ma'aloula na Síria, como Taalab Antoun e seus dois primos, que receberam o ''aman ", a garantia islâmica de serem poupados. Desarmados e confiando na palavra dos rebeldes, foram mortos e depois decapitados.
Quinhentos mil cristãos já deixaram a Síria.
E antes deles, havia a história de Jean-Pierre Schumacher, o último monge de Tibhirine, na Argélia, onde os islâmicos massacraram os maravilhosos monges trapistas que compartilhavam refeições com os muçulmanos. Ele foi salvo porque os jihadistas contaram errado. Mais tarde, no funeral dos monges, o irmão Jean-Pierre pediu para abrir o caixão para prestar suas últimas homenagens a seus companheiros. Ele descobriu que as caixas não continham corpos, mas apenas sete cabeças.
Esse massacre foi o sinal verde para futuros massacres.


Tradução: Josué Bueno

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Cristãos queimados vivos por muçulmanos.

Vaticano: O assassinato cruel do casal cristão é uma barbárie que humilha a humanidade.

ROMA, 07 Nov. 14 / 01:20 pm (ACI/EWTN Noticias).- A Santa Sé se pronunciou sobre o trágico caso dos dois jovens casados, cristãos, pais de 4 filhos, queimados vivos no Paquistão por uma multidão muçulmana. O casal foi injustamente acusado de blasfêmia por um muçulmano.
Sobre este acontecimento, o Presidente do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso, o Cardeal Jean-Louis Tauran, falou com a Rádio Vaticano: “estou perplexo, ficamos sem palavras, obviamente, perante um ato de tamanha barbárie. Aquilo que é ainda mais grave é que foi invocada a religião, em modo específico”.
“Uma religião não pode justificar crimes desse gênero. Existe essa lei da blasfêmia, que representa um problema: a comunidade internacional, não deveria intervir?”
O Cardeal disse que “de um lado, certamente estão as convicções religiosas que devem ser respeitadas, mas é necessário, também, manter um mínimo de humanidade, de solidariedade. Acredito, então, que o diálogo se imponha: infelizmente, não se diz nunca o bastante sobre isso. Mais delicada é a situação, mais se impõe o diálogo”. “Eu me pergunto: podemos ficar assim, passivos frente a crimes declarados legítimos pela religião? Desde o ano em que foi introduzida a lei da blasfêmia, foram registradas cerca de 60 execuções”.
O Cardeal Tauran disse logo que “não envolvem somente os cristãos: inclusive outras minorias foram atingidas, como advogados, opositores ao regime que foram mortos de maneira bárbara. Estamos perante a um grande problema…”.
Pensando que “muitos cristãos se encontram, atualmente, nos braços da morte do Paquistão: pensamos, obviamente, também em Asia Bibi, mas existem tantos outros casos. Hoje seria realmente necessária uma ação para solicitar a reforma dessa lei…”.
“Sim, mas no ponto em que nos encontramos agora, não se pode intervir nos assuntos internos de um Estado, mas, ao menos, é preciso ajudar os responsáveis da política a encontrarem soluções dignas do homem e da civilização”.
A Comissão de Justiça e Paz do Paquistão reagiu a este drama, denunciando a falta de vontade por parte da política e afirmando que tudo isso rende as minorias ainda mais vulneráveis: “Penso que, efetivamente, a Igreja local seja muito corajosa. É necessário apoiá-la e, sobretudo, denunciar, denunciar rigorosamente que não há nenhuma justificativa pra esse tipo de coisa. Na realidade, a humanidade inteira acaba sendo humilhada…”.
Sobre uma possível reação dos líderes muçulmanos locais, o Cardeal disse: “Espero, sim! Isso é o que desejamos desde agosto… Por isso, é preciso reconhecer que as primeiras vítimas são os muçulmanos, porque esses crimes dão ao islamismo uma imagem terrível, muito negativa. Então, teriam todo o interesse de denunciar, e também de maneira contundente…”.
“Acredito que tenhamos chegado ao que São Paulo define “o mistério da iniquidade”, isto é, o mal ao estado puro. Nem os animais se comportam desse modo!”.
Para concluir, o Cardeal afirmou que “a gente se encontra realmente numa época de precariedade total, onde tudo pode acontecer, a pessoa humana não é respeitada, a vida não conta m

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Perseguição ao Cristianismo

Nigeria. El martirio cristiano que no cesa


Atentado en Dille
(www.excelsior.com.mx)
Más de 800 asesinatos de cristianos, y 430 iglesias atacadas por el grupo terrorista Boko Haram según Ayuda a la Iglesia Necesitada van hasta julio de 2014; unas 200 iglesias atacadas se encuentran en la frontera del Estado Borno con Camerún, sobre todo en la provincia de Gwoza. 

Según Puertas Abiertas en julio de 2014 fueron asesinadas 27 personas y tres iglesias fueron destruidas en Dille (Estado Borno); según los testigos, los terroristas estaban armados con cañones antiaéreos, lanzacohetes y explosivos, y provenían del bosque de Sambisa, donde al parecer tienen gran parte de las chicas secuestradas de Chibok. 

En junio de 2014 los terroristas entraron a una iglesia de Attangara (Borno) y asesinaron doce cristianos; la violencia contra los cristianos creció desde marzo de 2014. En marzo de 2014 murieron 41 cristianos en un ataque suicida con bomba, en la estación de autobuses del Sabon Gari (barrio cristiano) de Kano (Estado Kano). En Madagali (Nigeria) Boko Haram asesinó unas ocho personas el 29 de abril, quemaron la iglesia y varios hogares, además tomaron rehenes.

En enero de 2014 fue atacado el Sabon Gari de Hambagtha (Borno) y fueron atacadas las iglesias de Arbako, Barawa, Chikide, Ngoshe, Pulka, Kirawa, Kwatara, Hirdembeh, Chinene y Kundeh, villas de la montañosa provincia de Gwoza (Borno), en la frontera con Camerún. Hemos enumerado algunos de los ataques violentos contra los cristianos, pero 2013 fue también un año mortal para los cristianos. 
Cristianos desplazados de Gwoza
(naijagists.com)

En julio de 2014 Boko Haram controló la provincia de Gwoza (Borno), fronteriza con Camerún; el emir de Gwoza fue asesinado por el grupo; el grupo infiltró las fuerzas militares locales, portan prendas militares, armas, equipos, y han provocado insurrecciones internas en el ejército. Con 3,3 millones de desplazados, Nigeria se ubica tras Colombia y Siria en cifras según el consejo Noruego de Refugiados. 

Según Human Rigths Watch (HRW) en los primeros seis meses de 2014 Boko Haram ha asesinado más de dos mil civiles en 95 ataques en el NE de Nigeria; de ellos, 1446 civiles han muerto en Estado Borno, 151 en Estado Adamawa y 143 en Estado Yobe. 

Fuente
Bolaños Martínez, Jorge. “Boko Haram: la bandera negra que ensombrece Nigeria”. Instituto Español de Estudios Estratégicos. 1 de julio de 2014. 
Olanrewaju, Timothy. "Boko Haram Attacked Christianas, Burnts 100 Churches At Nigerian-Cameroon Border". Daily Sun, 14 de enero de 2014.En:  http://naijagists.com 
Ruiz Peña, Ninro. "Mueren 27 personas tras un ataque de Boko Haram contra tres iglesias en Nigeria". 17 de julio de 2014. En: http://www.noticiacristiana.com

Estado Islámico subasta mujeres cristianas como esclavas sexuales
Mujeres que se venden como esclavas en Mosul, Irak.
Las informaciones de los actos crueles del Estado Islámico causan conmoción y preocupación en el mundo, pero subastar a mujeres, incluido niñas, comoesclavas sexuales causa horror.

Han invadido ciudades en Siria e Irak, masacrando a los pobladores y decapitando a las personas de otras religiones, como a loscristianos que se rehúsan convertirse al Islam. Pero lo que no es muy conocido, es que los extremistas islámicos tienen un "mercado" de esclavas, pisoteando así la dignidad de las mujeres sin respetar sus derechos como seres humanos.

Según un informe de Daily Mail que recoge Gospel Prime, señala que los extremistas islámicos se basan para esta práctica en la Sura 4:24 del Corán, que se hace en tiempos de guerra, ya que los combatientes del EI creen que por estar luchando no pueden estar con musulmanas, es por eso que les permiten subastar entre ellos a las prisioneras cristianas y yazidies, una minoría religiosa del Kurdistán.

Otros informes al respecto, como la organización no gubernamental Human Rights Watch, muestrantestimonios de mujeres que servían como esclavas, dijeron que las niñas también son compradas y vendidas.

En una de las ediciones de la revista Dabiq, una publicación del Estado Islámico, justifica el uso de las mujeres "infieles" como esclavas sexuales. El artículo titulado fue: "La recuperación de la esclavitud antes de la hora", afirma que el EI restableció la esclavitud en su califato. En las subastas, el precio varía. Cuando la mujer es más joven más es el costo.

Las mujeres que ellos consideran bonita y con ojos azules o verdes cuestan más. Uno de los combatientes explica que "está escrito", refiriéndose al Corán. Según datos de los especialistas de la Universidad de Oklahoma, la cantidad de mujeres capturadas por milicianos del EI podría llegar a 7000.AcontecerCristiano.Net

Martírio sul americano

I martiri di Sendero Luminoso

 
 
I due sacerdoti di origine polacca
I DUE SACERDOTI DI ORIGINE POLACCA

Presto beati i due missionari francescani di origine polacca trucidati nel 1991 dal gruppo guerrigliero maoista peruviano

DANIELE METELLIBUENOS AIRES


Accusati d’ingannare il popolo con le loro bibbie e i loro rosari. Una condanna a morte annunciata ed eseguita dietro al muro del piccolo cimitero di Pariacoto, una cittadina sulle alture peruviane – le Black Mountains – nella diocesi di Chimbote. Padre Michal Tomaszek e padre Zbigniew Strzalkowski, due sacerdoti francescani di origine polacca, furono fucilati dai guerriglieri di “Sendero Luminoso” il 9 agosto 1991. La loro morte venne ricordata pochi giorni dopo da Giovanni Paolo II a Czestochowa, in occasione della Giornata  mondiale della gioventù: “Ci sono nuovi martiri in Perù” disse in un momento del raduno. Dopo ventitré anni il processo per la loro beatificazione è entrato nella fase decisiva. Lo ha annunciato Luis Armando Bambarén Gastelumendi, vescovo emerito di Chimbote ed ex presidente della Conferenza episcopale peruviana. Bambarén, gesuita come papa Francesco, ha fatto sapere ai propri concittadini che presto avranno “i primi beati martiri tra i santi del Perù”.

La storia dei due missionari è raccontata nel libro “Hermanos martires” (Frati martiri) pubblicato nel 2011, l’anno in cui la positio è arrivata in Vaticano. L’autore, il giornalista italiano Alberto Friso, preconizza un giorno non troppo lontano in cui si riconoscerà che i due frati morirono in odium fidei. Appartenevano alla Congregazione dei conventuali della provincia di Sant’Antonio a Cracovia. Completati gli studi nel seminario maggiore della loro città partirono per una missione nelle Ande peruviane assieme al sacerdote Jaroslaw Wysoczanski, con l’obiettivo di fondare il primo convento del loro ordine e portare la fede, la speranza e la carità tra i poveri di Pariacoto, uno dei maggiori centri della produzione mondiale di coca destinata a essere trasformata in cocaina. Un commercio straordinariamente florido che garantiva ingenti profitti per i trafficanti quanto magri salari per i coltivatori.

Un pomeriggio d’estate, apparentemente come tanti, alcuni abitanti del posto cominciarono a incidere strani graffiti sui muri degli edifici nella piazza, segnale di un imminente attacco dei terroristi. I frati non cessarono dalle loro attività quotidiane: il coro, il catechismo, etc. Frate Zbigniew curò come sempre anche l’esposizione del Santissimo Sacramento, in attesa dell’arrivo di padre Miguel – così Michal si faceva chiamare per facilità – per la messa del giorno. Alcuni incappucciati arrivarono all’improvviso, li catturarono entrambi (solo loro due perché Zbigniew riuscì a convincere a non toccare i novizi) e li fecero salire su un furgone con le mani legate. Lungo il tragitto il processo sommario: colpevoli perché il loro aiuto ai poveri frenava la rabbia del popolo e rallentava la rivoluzione. Sul banco degli imputati era la carità, “contestata e attaccata come sistema di conservazione dello status quo”, con le parole di Benedetto XVI nella Deus Caritas. Inoltre, l’annuncio del Vangelo della pace scoraggiava i giovani dall’aderire ai gruppi terroristici. Poco dopo, vicino al piccolo cimitero, l’esecuzione assieme ai sindaci di Pariacoto e Pueblo Viejo. Sulla via del ritorno uccisero a colpi di fucile anche il sindaco di Cochabamba.

Autori del massacro furono alcuni uomini di “Sendero Luminoso”, l’organizzazione armata d’ispirazione maoista che agli inizi degli anni ’90 era molto attiva nella regione di Pariacoto, anche grazie ai finanziamenti derivanti dal narcotraffico.

Gli sforzi congiunti dell’allora vescovo di Chimbote e della Conferenza episcopale peruviana hanno dapprima portato all’apertura della fase diocesana, nel giugno del 1995, del processo per la beatificazione dei due missionari francescani. L’iter locale si è concluso nel 2011. La fase romana dovrebbe essere più rapida. Papa Francesco beatificherà presto i due frati: questo il cuore della missiva che mons. Bambarén Gastelumendi ha inviato da Roma alla sua ex diocesi.